Corinthians contraria compliance e encaminha acerto com BWA para ‘reconhecimento facial’

Há apenas três meses da implementação do ‘reconhecimento facial’, obrigatório, para a entrada de torcedores no estádio de Itaquera, o Corinthians não possui projeto em andamento.

O início da implementação atrasou porque o clube negociava uma parceria entre a 2GO Bank com a BWA (agora transformada em TicketHub).

Ambas vetadas em análise prévia de compliance.

Com a prisão do ex-policial Cyllas Elia, dono da 2GO Bank, acusado de lavar dinheiro do PCC, restou apenas a BWA/TicketHub, que deverá viabilizar parceiro financeiro do seu rol pessoal de parceiros.

O acerto com o Corinthians está encaminhado, restando poucos detalhes para a assinatura do contrato.

Basta pequena busca sobre o histórico da BWA pare entender o que significaria esta união com o Timão, principalmente diante da necessidade de encontrar uma solução para manter os privilégios dos Gaviões da Fiel.

Na Copa São Paulo de Juniores, o sistema de ‘reconhecimento facial’ foi burlado, permitindo a entrada no Pacaembu tanto de ingressos adquiridos com cambistas como também o de procurados pela Justiça.

Como?

Havia na entrada do estádio catracas estrategicamente preparadas para pararem de funcionar; os torcedores com ingressos daquele setores passaram a ser atendidos por funcionários que recolhiam os ingresso de papel e liberavam a entrada; após, os tickets eram, novamente, repassados aos cambistas.

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