Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
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“O mau-caráter, calhorda, desprezível vive sempre ciscando do lado, nos derredores, à procura de prebendas e benesses”
Prof. Me. Jeferson Botelho Pereira
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José de Assis Aragão conhecido Mito-ladro que preside o SAFESP, continua dominando seu vice, diretores, conselheiros, associados, contando com a omissão da presidência da FPF, dirigentes dos clubes, imprensa esportiva e sites da internet liderados por jornalistas esportivos.

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Gerente da CA-FPF sofreu infarto na porta da FPF
Na manhã do domingo 16/02 um amigo dos velhos tempos das saudosas pelejas nos campos do futebol profissional nas suas diversas divisões, através ligação telefônica disse-me:
Fiori
Ontem, na porta do prédio da FPF, aguardando o momento de partir para cumprir escala, conversando com colegas, Marcelo Caetano Rogerio, filho do falecido Gustavo, repentinamente, infartou; imediatamente, atendido pelos mesmos, foi levado a um hospital e lá permanece.
Durante
A semana, liguei e dialogando com sua irmã Rita Rogerio, fui informado que Marcelo obteve alta médica, que estava descansando em casa, com desejo de voltar pro seu dia, dia na CA-FPF.
Findando
Marcelo Rogerio Caetano, tendo confiança em si, na medicina e positivismo, continuamente, a vida seguirá bem forte.
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10ª e 11ª Rodada da Série A do Paulistão 2025 – Sábado 15/02
Portuguesa de Desportos 2 x 2 Corinthians – Vi teipe dos melhores momentos
Árbitra: Daiane Muniz (FIFA) – 36 anos – diploma ano 2012
VAR
Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (FIFA)
Item Técnico
No 21º minuto da segunda fase, placar 1 x 1, ataque corintiano, bola dominada por Talles Magno próximo poste direito do goleiro, repentino seu xará Talles Silva o derruba; sem pestanejar, Daiane apontou a marca da cal
Penalidade
Batida por Talles Magno, findada no fundo da rede, marcando o segundo gol 1×2
Ressaltando
Pouco a frente, ataque da Lusa concluído no fundo da rede. Fim do jogo: placar 2 x 2
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para Rubros-Verde e 02 para Alvinegros
Domingo 16/02 – Palmeiras 0 x 0 São Paulo – Cazé TV
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (FIFA) – 44 anos – diploma ano 2003
VAR
Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (FIFA)
Item Disciplinar
Joguinho sem motivação, tanto quanto falta de vibração do árbitro, que teve como erro,
Não
Ter aplicado a lei da vantagem favorável ao alviverde, no minuto que ocorreu disputa faltosa de um são paulino em palmeirense, e a redonda sobrando para Marcos Rocha com grande possibilidade de manda-la na direção da meta tricolor.
Tivesse
Ligado no jogo, certamente: Flavio Rodrigues de Souza deixaria o lance seguir.
Item Técnico
Cartão Amarelo: 06 para Tricolores, dentre estes: Técnico – Luis Francisco Zubeldía e Auxiliar- Técnico: Maximiliano Pablo Cuberas
Observação
Desde muito estou de olho nas ações de indisciplina promovidas por Luis Francisco Zubeldía e assistentes, acho que passou do tempo de o Tribunal da FPF deixar de fazer média, punindo os componentes das comissões técnicas que inflamam jogadores e torcida.
Santos 3 x 1 Água Santa – TNT TV
Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araujo – 46 anos – diploma ano 2004
VAR
Jose Claudio Rocha Filho
Item Técnico
Acertou por ter sinalizado no ato, a penalidade máxima cometida por defensor da equipe visitante no oponente Neymar
Penalidade
Cobrada por Neymar, bola no fundo da rede, abertura do placar Santos 1 x 0
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 05 para Alvinegros-Praianos e 01 a defensor do Netuno
11ª Rodada – Quarta Feira 19/02
São Paulo 1 x 2 Ponte Preta – Cazé TV
Árbitro: Daiane Munis (FIFA) – 36 anos – diploma ano 2012
VAR
Adriano de Assis Miranda
Item Técnico
Desempenho natural da árbitra e assistentes, com adendo, de que deveria ter sido mais exigente no item disciplinar
Vez que
Por duas ou três vezes foi contestada frontalmente por atleta da Ponte Preta, que não consegui visualizar o número da camisa.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para Tricolor Paulista e 02 para defensores da Macaca
Quinta Feira 20/02 – Palmeiras 3 x 1 Botafogo – TNT TV
Árbitro: João Vitor Gobi – 29 anos – diplomado no ano 2013
VAR
Thiago Duarte Peixoto
Item Técnico – Dois intoleráveis erros
1º – Por volta do 23 minuto da etapa inicial, goleiro botafoguense de pose da redonda, faz uso de uma das mãos, lançando-a para um consorte que estava pouco a frete da meia lua de sua área grande,
Rapidinho
Palmeirense Marcos Rocha lhe dá empurrão faltoso no costado, árbitro ao lado do fato, tudo presenciou, jogo seguiu com
Marcos Rocha
Dominando a pelota, olhando pra frente, viu o goleiro adiantado, bateu pro fundo da rede.
VAR
Sugere que reveja o lance através monitor, de frente para tela, viu, reviu, voltou pro campo, invalidando o chute do defensor palmeirense
2º – No segundo minuto de prorrogação na segunda etapa, um atacante da equipe visitante, chuta a redonda em direção a meta alviverde;
No trajeto
A redonda bateu no corpo do árbitro que estava pessimamente colocado, dentro da área grande, sobrando para outro consorte chutar pro fundo da rede, nada valendo, jogo reiniciado com bola ao chão em favor da defesa
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 03 para alviverdes, incluso técnico Abel Ferreira e 04 para Panteras da Mogiana, dentre estes: Marcio Zanardi -preparador técnico
Vermelho: Direto para Preparador Físico – Marco Aurelio Schiavo Reis
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Coluna em Vídeo
Na próxima semana a versão em vídeo da Coluna retornará
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Política
Segue matéria publicada dia 18/-02/2025 no site Flit Paralisante de responsabilidade do Dr. Roberto Conde Guerra com o qual concordo, abordando a mercantilização das nomeações para os altos escalões da Polícia Civil do Estado de São Paulo governado pelo falsário Tarcisio de Freitas, que declarou morar na cidade de São José dos Campos, sem conhecer onde fica a Avenida Andrômeda.
A República dos Xerifes de Aluguel: Como Tarcísio de Freitas Terceirizou a Corrupção

Decreto nº 67.532/2024: A transferência da competência para nomear cargos de confiança de alto escalão na Polícia Civil e Científica para o Secretário da Casa Civil foi justificada como uma medida de “tecnicização” e “despolitização”.
No entanto, na prática, essa medida serve para distanciar o governador de nomeações controversas, diluindo sua responsabilidade política e legal.
Filtro Burocrático: Ao delegar as nomeações, o governador cria um filtro burocrático que permite que ele se isente de assinar diretamente nomeações que possam gerar críticas ou investigações.
Isso pode ser visto como uma forma de proteger-se politicamente, enquanto mantém o controle indireto sobre as indicações.
Mercantilização das Funções de Segurança Pública
Troca de Favores: A delegação de nomeações transforma cargos policiais em moeda de troca política, onde indicações são feitas com base em interesses eleitorais e políticos, em vez de mérito ou competência técnica.
Isso aprofunda a mercantilização das funções de segurança pública, comprometendo a eficiência e a imparcialidade da instituição.”
A Blindagem Institucionalizada: O Ocaso da Polícia Civil Paulista sob Tarcísio de Freitas
São Paulo assiste, perplexo, ao mais recente ato da tragicomédia estadual: a Polícia Civil, outrora bastião de investigações, transformou-se em palco de um teatro de sombras onde mérito virou peça de museu e lealdade partidária é moeda corrente.
Sob o delicado eufemismo de “despolitização”, o Decreto 67.532/2024 consagrou-se não como reforma administrativa, mas como manual avançado de prestidigitação política.
Enquanto o governador Tarcísio de Freitas acena com discursos sobre eficiência, suas mãos invisíveis tecem uma rede de influências que faria Maquiavel corar de inveja.
O Mágico e Seu Aprendiz: A Engenharia das Nomeações
A genialidade do truque está na simplicidade: transferir ao Secretário da Casa Civil o poder de nomear a maioria dos cargos estratégicos da Polícia Civil e Científica foi equivalente a contratar um ilusionista para esconder o coelho na cartola.
Enquanto Tarcísio posa de estadista acima das querelas cotidianas, seu fiel escudeiro distribui cargos policiais como balas em comício.
Dados do MP-SP revelam que 68% das indicações pós-decreto atendeu a “sugestões” de deputados cujos currículos incluem especialização em corrupção e lavagem de dinheiro; com pós-graduação em desvios de verbas públicas.
O processo seletivo assemelha-se a um leilão às avessas: em vez de lances monetários, trocam-se apoios legislativos.
As famosas “listas tríplices” transformaram-se em roteiros de novela das nove, onde o herói sempre é um aliado do governo e o vilão, invariavelmente, a ética.
Não por acaso, delegados com histórico de arquivar inquéritos contra políticos ganharam promoção relâmpago, enquanto investigadores obstinados descobriram subitamente o prazer da aposentadoria precoce.
O Mercado dos Cargos: Precificação do Poder
Recente investigação da Polícia Federal tecnicização escancarou a matemática criativa por trás das nomeações.
Segundo interceptações da PF, estabeleceu-se uma tabela dinâmica de valores.
Pagamentos são maquiados como “consultorias em segurança”, especialidade de empresas-fantasma que, curiosamente, compartilhavam CNPJ com gabinetes legislativos.
Enquanto isso, a Controladoria Geral do Estado (CGE), sob comando de um ex-ministro bolsonarista, dedicava-se a fiscalizar o cumprimento da meta de café nas delegacias.
Um milhão, quinhentos mil, trezentos mil, cento e cinquenta mil, oitenta mil e até a bagatela de trinta mil por um cartório pobretão.
Quem dá mais?
A Tragédia por Trás da Farsa: O Preço em Sangue
Os números do Núcleo de Estudos da Violência da USP são eloquentes: 54% dos inquéritos contra parlamentares evaporaram após o novo modelo de nomeação, contra míseros 12% na era pré-Tarcísio.
A exclusão da Polícia Civil da operação “Fim da Linha” contra o PCC não foi mera rivalidade corporativa, mas estratégia meticulosa – afinal, os leais delegados do DEIC sabem que investigar facções pode revelar delitos incômodos para a base aliada.
O resultado?
Uma pesquisa Datafolha de janeiro de 2025 mostra que 73% dos paulistas consideram a Polícia Civil “tão confiável quanto notícia de grupo de WhatsApp”.
A crise de confiabilidade é o resultado de instituição intoxicada por politicagem.
Epílogo: A Plateia que Não Ri Mais
Enquanto isso, na plateia, o cidadão comum assiste ao espetáculo com um misto de náusea e resignação.
Já aprendemos que “revogar o decreto” soa tão plausível quanto “erradicar a corrupção até sexta-feira”.
As propostas de reforma – conselhos paritários, leis antinepotismo, critérios transparentes para as nomeações, corregedoria independente – são recebidas com o cinismo de quem já viu esse filme antes.
Resta-nos o consolo mórbido de saber que, em breve, algum cronista fará piada com essa tragédia.
Afinal, como ensinou Stanislaw Ponte Preta, o humor é o último refúgio diante do absurdo.
Enquanto isso, seguimos na plateia, torcendo para que o próximo ato não inclua nosso nome nos créditos involuntários dessa comédia cor de sujeira e sangue.
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Chega da desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, ministério público, funcionários públicos de todas as escalas, incluso militares, e nos bastidores do futebol brasileiro.
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Finalizando
“Um político divide os seres humanos em duas classes: instrumentos e inimigos”
Friedrich Nietzsche: foi um filósofo, filólogo, crítico cultural, poeta e compositor prussiano do século XIX
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Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP-22/02/2025
