Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

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Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de  Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do  futebol paulista e nacional.

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apito limpo

“Ninguém tem a obrigação de obedecer a aquele que não tem o direito de mandar”

Marco Tulio Cicero (Cícero): foi um advogado, político, filosofo, escritos e orador, da República Romana

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Traição e vassalagem predominaram e predominam no comportamento dos árbitros paulistas e brasileiros

Tenho absoluta convicção que José de Assis Aragão, atual presidente do Safesp, é um dos exemplos; nesta condição, reporto, que foi o cabeça da ação trabalhista movida por centenas de árbitros contra a federação na administração Eduardo José Farah.

Próximo da decisão

O incendiário Eduardo José Farah (dividiu em duas partes e incendiou o conservo dos relatórios dos árbitros desde o início da FPF) chamou Aradrão em sua sala prometendo-lhe que seria comentarista de árbitros na Rede Bandeirantes de Comunicação.

Atividade

Que teve ridículo desempenho, ficando somente uma temporada.

Esta

E outras maléficas sacanagens praticadas pelo condenado José de Assis Aragão, deveriam servir de exemplo ao vice-presidente, diretores conselheiros e associados para afastá-lo da presidência do Safesp.

Sei que

A permanência do Aradrão, indiretamente é apoiada pelo ex-diretor do Taubaté e atual mandatário da FPF, disfarçadamente: da CBF (financiadora da vossa confraternização acontecida na noite do dia 16/12/2024), conhecidíssimo de todos os senhores, como também, dos árbitros federado não associados.

Concluo

O não apear Aradrão da presidência do Safesp, revelará que são solidários a vantagem financeira que Aradrão embolsou no superfaturamento referente a compra da sede

Como também

Enquanto cidadãos, por se dispensarem de tecer opinião sobre a definitiva condenação e perda do direito político perpetrada pela justiça ao, por vocês, eternamente sabujado José de Assis Aragão, digo Aradrão.

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Segunda Rodada da Série A do Paulistão 2025 – Sábado 18/01

Noroeste 1 x 1 Palmeiras

Árbitra: Edina Alves Batista (FIFA)

VAR

Adriano de Assis Miranda

Item Técnico

Trabalho coerente da arbitra e assistentes

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para defensor palmeirense

Domingo 19/01 – Corinthians 2 x 1 Velo Clube Rio-clarense

Árbitro: Fabiano Monteiro dos Santos

VAR

Ilbert Estevam da Silva

Item Técnico

Em cima do fato, pronta e acertadamente, árbitro apontou a marca da cal no instante que Rafael Ribeiro defensor do Velo Clube, ergueu o braço direito, desviando o rumo da redonda em direção a sua meta, vinda de chute do corintiano Carrilo.

Penalidade Máxima

Batida por Romero, defendida pelo goleiro, e jogo seguiu

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para Alvinegro e 03 para defensores do Galo Vermelho

3ª Rodada – Quarta Feira 22/01 – Corinthians 2 x 1 Água Santa

Árbitro: Lucas Canetto Bellote

VAR

Adriano de Assis Miranda

Item Técnico

O primeiro gol corintiano marcado por Alex Santana adveio depois da cobrança de escanteio, lado direito do ataque corintiano, lateral fiscalizada pela assistente FIFA: Neuza Inês Back, tendo a bola na sua descida, batida em defensor, sobrado para Alex Santana, que, dentro da área pequena, tendo a sua frente somente o goleiro, a tocou, profundo da rede.

Neste instante

A assistente Neuza Inês Back apontou posição de impedimento do corintiano Alex, vez que: não conseguiu abalizar que a bola foi tocada anteriormente por um dos oponentes.

VAR

Corretamente informou ao árbitro a legalidade do gol

Completo

Entendo que o erro da assistente, tenha sido involuntário, vez que teve a visão obstada pelo subir de alguns rivais objetivando cabecear a redonda.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para Alvinegro e 02 para gigantes de Diadema

Vermelho: Correto, posterior ao segundo amarelo recebido por Ramon Vinicius defensor do Água Santa no instante que praticou falta imprudente no oponente Memphis Depay

Santos 1 x 2 Palmeiras

Árbitro: Matheus Delgado Candançan (FIFA)

VAR

Marcio Henrique de Gois

Item Técnico

Nos primeiros minutos da segunda etapa, Romulo, atacante alviverde sofreu falta penal

Bem próximo

Sem e sem vacilo, Matheus Delgado Candançan apontou a marca da cal no instante em que o palmeirense Romulo sofreu falta do oponente Brasão.

Rapidamente

Árbitro olhou e viu que o assistente 01: Evandro de Melo Lima sinalizava posição de impedimento do palmeirense no instante que tocou na pelota, imediato, ergueu o braço esquerdo corroborando com a sinalização.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para Alvinegros Praianos e 01 a Alviverdes

Quinta Feira 23/01 – São Paulo 1 x 0 Guarani

Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira

VAR

Jose Claudio Rocha Filho

Item Técnico

Desempenho tranquilo do árbitro e assistentes

Item Disciplinar

Cartão Vermelho: Correto para Quintino defensor do Guarani por ter atingido o oponente Calleri com maldosa cotovelada no rosto

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Coluna em Vídeo

Por conta da cobertura da final da Copinha, a versão em vídeo da Coluna retornará na próxima semana

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Política

No tribunal do ponto de ônibus, supersalário de juiz é um crime

Se tivessem que defender os seus supersalários no ponto de ônibus, os juízes do Brasil seriam xingados de criminosos por trabalhadores que, sem “direitos eventuais”, estão condenados ao fim do mês perpétuo. Em dezembro, informa o UOL, pelo menos 41 juízes embolsaram contracheques de mais de R$ 500 mil. Um ministro do TST beliscou R$ 641 mil. Um desembargador de Rondônia, R$ 735 mil.

No intervalo de um ano, noticiou o site Metrópoles dias atrás, apenas os penduricalhos que adornam a folha dos cerca de 18 mil juízes do país custaram ao contribuinte R$ 12 bilhões. Em fevereiro do ano passado, 12 magistrados do Tribunal de Justiça de Rondônia morderam remuneração de mais de R$ 1 milhão.

O governo diz que não acaba com os supersalários porque o Congresso não deixa. O Ministério Público, defensor hipotético dos interesses da sociedade, finge que não é com ele. Faz isso porque procuradores e promotores, com os contracheques também apinhados de penduricalhos, são parte do problema.

O teto salarial no serviço público é de R$ 44 mil. Mas os beneficiários do escárnio alegam que tudo é feito dentro da lei. Alguém precisa ilegalizar a Justiça. O sentimento de invulnerabilidade dos juízes dá ao Judiciário aparência de réu. Aos olhos do tribunal do ponto de ônibus, os magistrados praticam o crime da desigualdade. Estabelecem penas para os outros e privilégios para si mesmos.

Josias de Souza: Colunista do UOL publicado dia 24/01/2025 às 09h08

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Chega da desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, ministério público; idem: funcionários públicos de todas as escalas, incluso militares, idem nos bastidores do futebol brasileiro.

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Finalizando

“Existem apenas duas classes sociais, as do que não comem e as dos que não dormem com medo da revolução dos que não comem”

Milton Almeida dos Santos foi um geógrafo, escritor, cientista, jornalista, advogado e professor universitário brasileiro.

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SP-25/01/2025

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