A Fatal Model e a ‘imagem’ do Corinthians

É de fazer corar a imprensa divulgando que o motivo do Corinthians não ter fechado acordo com a ‘Fatal Model’, apesar da insistência da marca em associar-se ao clube, seria o de ‘preservação de imagem’ da agremiação.
Alguns chegaram a dizer que o compliance, que não existe em Parque São Jorge, teria vetado o negócio.
Que influencers, assalariados para mentir, e torcedores apaixonados a ponto de cegueira, divulguem a lorota, apesar de lamentável, é o que se espera, mas nada justifica, a não ser dinheiro no bolso ou incapacidade para exercer a profissão, o endosso de jornalistas.
A gestão Augusto Melo, agora apresentada como prezadora da imagem, é a mesma investigada por participar de falcatrua no negócio Vai de Bet, que é um site de apostas operado a partir de paraíso fiscal.
O atual Corinthians, é o clube que trouxe para as categorias de base investimentos de gente investigada por ligações com o PCC.
Dentre outras falcatruas.
O presidente alvinegro, e seus dirigentes, quando em campanha, organizavam ‘tours’ de conselheiros e associados do Corinthians a uma casa, segundo fontes, administrada pelos próprios, que tinha como ‘produto’ principal o mesmo que financia as operações da ‘Fatal Model’.
A evidência está no vídeo abaixo:
Diante do que se sabe sobre os gestores do Timão, é possível supor que o contrato com o site de acompanhantes somente não foi fechado, salvo conflito de interesses com negócios do Presidente, porque deixou de ‘ofertar’ as vantagens que a cartolagem alvinegra, conforme demonstrado no rolo ‘Vai de Bet’ e nas transações pretéritas do esquema Barbarense, adora adornar em seus bolsos.
