Santos supera a tempestade, mas não há bonança no horizonte

Ontem, com a tranquila vitória sobre o Coritiba, o Santos retornou ao seu lugar entre os 20 melhores clubes do país.
É um recomeço.
Porém, não será um futuro fácil.
Neste ano, pior do que jogar a Série B foi, em alguns momentos, exibir futebol de segunda-divisão.
Grande parte do elenco terá o contrato renovado, automaticamente, com acréscimo de salário, dificultando, por óbvio, a renovação.
Na gestão, o arcaico Marcelo Teixeira não inspira confiança.
Pela história do Peixe, não se esperaria menos do que a luta pelo título, ou pela vaga na Libertadores da América.
A realidade, porém, não é essa.
Salvo movimentação extraordinária de mercado, a luta, ao que parece, será para se manter na elite, torcendo para que o período de trevas administrativa termine logo e seja superado pela esperança de tempos melhores.

Gil pelo menos está recebendo os salários e direito de imagem em dia, diferente de quando estava no Corinthians. Cinza é o futuro dos gambas.