Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de  Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do  futebol paulista e nacional.

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apito limpo

“Chega de conviver e aplaudir a escancarada putrefação existente na administração da CBF, federações, clubes e entidades colaterais”

Brocardo de: Euclydes Zamperetti Fiori

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Mesmo discordando da desrespeitosa continuidade para com o estatuto SAFESP        

Persisto solidário aos ex-árbitros por terem se reunido para reerguer a entidade, nascida no dia 09 de Abril do ano 1981, respaldada na Carta Sindical assinada por Murilo Macedo, Ministro do Trabalho.

Destas

Reuniões, surgiu a convocação da primeira assembleia, seguidas de outra duas.

Assevero

Que as três assembleias foram ilegais por contrariarem o estatuto e regimento eleitoral registrados em cartório no ano 2024.

Meus

Posicionamentos, externavam e externam a aversão dos contumazes sabujos das falcatruas cometidas nas três anteriores gestões José de Assis Aragão, das quais, honrosamente, fui eliminado.

Da

Primeira: fui readmitido na administração Ilton José da Costa; a segunda permanece.

Elucido

Na segunda ou terça feira da semana que finda, através WhatsApp, um ex-árbitro, a quem enviei o conteúdo da coluna de minha responsabilidade, publicada sábado 21/09 no Blog do Paulinho, disse:

Fiori

Estou de molho peguei o vírus Herpes Zoster

Quanto a

Permanência do Aragão na presidência do sindicato, a própria justiça que o condenou por duas vezes, teria que se manifestar

Irreverente

Com meus contrariar ao que fizeram, afirmou: Você disse nós estamos irregulares no sindicato porque infringimos o estatuto e regimento eleitoral

Então

Teríamos que ser excluídos novamente e o sindicato desativado por falta de associados

Saiba que

Se eu fosse o presidente do sindicato, teria reintegrado você novamente.

Depressa respondi

1º – Abreviada e benfazeja recuperação.

2º – Deixe de sabujar quem embolsou muito dinheiro no superfaturamento na compra do atual imóvel do sindicato

3º – Quanto a minha readmissão, tenha certeza que: desde minha introdução na escola de árbitros até o presente, isoladamente, enquanto maioria beijavam as imundas mãos dos dirigente, eu os combatia de peito aberto; dentre estes: os presidentes da FPF: José Maria Marim, Eduardo José Farah, como também, presidentes e diretores dos clubes que, covardemente agrediam meus consortes, mesmo aos que pelas costas vomitavam mentiras pautando meu nome.

Fechamento

Pessoalmente, coloco-me a disposição dos dirigentes e associados do sindicato que, baseado no vigente estatuto e regimento eleitoral, queiram continuar defendendo o nefasto presidente.

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27ª Rodada da Série A do Brasileirão 2024 – Sábado 21/09

Corinthians 3 x 0 Atlético-GO

Árbitro: Bruno Arleu de Araujo (FIFA-RJ)

VAR

Carlos Eduardo Nunes Braga (RJ)

Item Técnico

Trabalho lógico dos representantes das leis do jogo

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para alvinegros e 05 para rubro-negros goianiense

Domingo 22/09 – Vasco 0 x 1 Palmeiras

Árbitro: Rafael Rodrigo Klein (FIFA-RS)

VAR

Gilberto Rodrigues Castro Junior (PE)

Item Técnico

O principal lance desta refrega ocorreu no vigésimo minuto da segunda etapa

Discorro

Com placar 0 x1, adveio ataque vascaíno pelo lado direito da lateral e, na frente do assistente 02:  Michael Stanislau (RS), neste momento, árbitro estava próximo, de frente e visão total dos fatos, viu a redonda lançada a meia altura em direção a área alviverde;

Que

Em cima da linha da área grande, bateu na mão do braço direto colados ao corpo do esmeraldino Vanderlan.

Célere

O julgador aviva o apito apontando a inexistente infração; neste minuto, VAR opinou para que fosse até o monitor a fim de rever o fato

Assim o fez

Viu, reviu, repetiu e, depois de alguns minutos, voltou para o campo invalidando o que determinado, reiniciando a refrega com bola ao chão.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para vascaíno e 03 para palmeirenses

Concluo

Árbitro foi salvo pelo VAR, entretanto por ser do quadro internacional não pode cometer erros elementares.

São Paulo 1 x 3 Internacional

Árbitro: Ramon Abatti Abel (FIFA-SC)

VAR

Rodolpho Toski Marques (FIFA-PR)

Item Técnico

Desempenho plausível do principal dos representantes e aplicadores das leis do jogo

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 05 para tricolores e 01 para colorado

Copa Sul-Americana 2024 – Terça Feira 24/09 – Quartas de Final

Corinthians 3 x 0 Fortaleza

Árbitro: Piero Maza (FIFA-CHI)

VAR

Juan Lara (FIFA-CHI)

Item Técnico

Seguiu a lei do jogo deixando o jogo correr, não fazendo o que fazem grande parte dos assopradores da CBF e Federações estaduais.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para defensor alvinegro e 04 para tricolores cearenses do Pici

Copa Libertadores da América – Quartas de Final – Quarta Feira 25/09

São Paulo 1 x 1 Botafogo – Decisão por penalidades máximas – São Paulo 4 x 5 Botafogo

Árbitro: Darío Humberto Herrera (FIFA-ARG)

VAR

Mauro Vigliano (FIFA-ARG)

Item Técnico

Adequada atuação do basal representante das leis do jogo, idem: adjuntos

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 04 para são-paulinos e 02 a botafoguenses

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Coluna em Vídeo

A versão em vídeo da Coluna retornará, normalmente, na próxima semana

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Política

Pior que crack, bets espremem brasileiro e largam bagaço para Estado cuidar

Vício em crack e em bets e caça-níqueis online destroem vidas, esfarelam famílias e espremem trabalhadores até o bagaço, que, depois, o Estado terá que cuidar. A diferença é que, para conseguir o psicoativo, a pessoa se coloca em risco de ser presa ou coisa pior. E o segundo está a um celular de distância. Não apenas é legal, como há parlamentares, empresários e gente no governo que esfregam as mãos de olho nas possibilidades de receita.

Ofertados em horário nobre na TV, as casas de apostas e os jogos de azar estão onipresentes nas redes sociais, estampam camisas de times de futebol, contam com influenciadores enganando a população com promessas de dinheiro fácil e ajudam até a bancar o jornalismo através de seus anúncios.

A Folha de S. Paulo mostra que os brasileiros devem destinar às casas de apostas, apenas via Pix, um total de R$ 216 bilhões — o estimado originalmente, pelo Ministério da Fazenda, era R$ 150 bilhões. E em uma análise sobre o mercado de jogos de azar e apostas online no Brasil, o Banco Central destacou que 5 milhões de beneficiários do Bolsa Família destinaram R$ 3 bilhões às casas de apostas virtuais apenas no mês de agosto.

Todos devem ser livres para fazer o que quiserem com o seu dinheiro, mas o poder público e a sociedade não podem fazer cara de paisagem diante de um negócio que vende ilusões para tirar a grana dos cidadãos. Com propagandas reluzentes que trazem gente bonita e conhecida, prometendo mundos e fundos, claro que uma população de trabalhadores empobrecidos tentaria a sorte e se afundaria no azar.

Sob a justificativa de que são um fato consumado, elas não voltarão a ser proibidas, mas serão reguladas. A questão é que uma regulação para ser decente deveria taxar as operações dessas empresas em nível suficiente para garantir recursos para o Sistema Único de Saúde, que já tem problemas para tratar os trabalhadores-bagaço, e a fundos para reparar os danos causados ao tecido social. O que, claro, tornaria o negócio inviável.

O mais urgente, contudo, é proibir anúncios de bets e casas de apostas na TV, no rádio, em sites e portais, nas plataformas digitais. Há projetos de lei tramitando no Congresso nesse sentido. Apenas campanhas de informação sobre bets não vão fazer frente ao bombardeio que elas fazem nas propagandas. O problema é que, quando se fala disso, há os que bradam, indignados, o nome da liberdade. Liberdade para surrupiar, no caso.

Por lei, a propaganda de tabaco é proibida na TV há 20 anos e ninguém morreu por causa disso. Pelo contrário, isso evitou óbitos.

É cômico quando as empresas dizem que têm preocupação com os dependentes em jogos uma vez que a operação desse tipo de empreendimento depende de apostas feitas de forma compulsiva. Tão inútil quando o “beba com moderação” das propagandas de álcool é o “jogue com responsabilidade”, que algumas bets já trazem em seus anúncios.

O uso abusivo em jogo e em drogas deveria ser encarado com uma questão de saúde pública, mas o primeiro é visto como oportunidade pelos parlamentares e o outro, como crime.

Repito o que já disse aqui: para uma parte dos legisladores que apoiam os jogos de azar online, contudo, desgraça é a maconha, que eles xingam entre um copo de uísque e outro. Na realidade, um usuário frequente de bets pode acabar com a própria vida e a da sua família. O de maconha, na maioria das vezes, acaba com o resto do pudim que estava na geladeira misturando-o com o feijão.

Leonardo Sakamoto: Colunista do UOL 25/09/2024 às 15h59

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Chega da desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, ministério público; idem: funcionários públicos de todas as escalas, incluso militares, idem nos bastidores do futebol brasileiro.

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Finalizando

“Se os jogos de azar fossem bons, seriam chamados de jogos de sorte”

Pensamento de: André De Rose

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Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-28/09/2024

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