Seleção Brasileira é do nível de seu treinador

Ontem, a Seleção Brasileira enervou o torcedor ao vencer o Equador, por um a zero, em meio à péssima apresentação de futebol.

Não foi por falta de jogadores.

Em campo, mal distribuídos e orientados, estavam, entre outros, dois do três titulares do ataque do Real Madrid, reféns da mediocridade do treinador Dorival Junior.

Capaz de colocar em campo o veterano Lucas Moura no lugar do imensamente superior Endrick, que sequer saiu do banco de reservas.

É impossível, diante da nova composição de vagas para a Copa do Mundo, que o Brasil não esteja entre os seis classificados ou, na pior das hipóteses, dispute uma repescagem.

O problema é o que virá na sequência.

Dorival Junior é um erro que comprometerá mais uma participação brasileira em mundial, com o agravante da possibilidade de vexames tão graves quanto os sete a um para a Alemanha.

Em 2014, porém, excetuando-se este tropeço, o Brasil disputou alguns bons jogos e terminou em 4º lugar.

Não é essa a perspectiva para o futuro, mesmo que Neymar retorne e esteja em grande forma.

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