Esclarecedoras 24 horas do Corinthians

As últimas 24 horas do Corinthians esclareceram assuntos pendentes do passado, indicando, ainda, a ausência absoluta de perspectivas para o futuro.
A reentrada do clube na zona de rebaixamento do Brasileirão é consequência do caos.
No dia anterior, o sub-20 levou de seis a zero do Cruzeiro, resultado do balcão de negócios de um departamento tocado por achacadores de crianças.
É a demolição do alicerce que poderia ajudar a salvar o Corinthians.
Nunca foi explicada a saída repentina do médico Fabio Novi, pouco mais de um mês após a contratação.
Ontem, o afastamento começou a fazer sentido.
Contratado a peso de ouro, entre luvas e salários, o lateral Palácios passou pela segunda cirurgia de um joelho afetado por problema crônico de cartilagem – ou seja, de cura improvável.
Em entrevista, a Dra. Ana Carolina, do Corinthians, confirmou o que já era sabido: Palácios chegou ao Timão baleado.
É fácil, nesse contexto, supor que o departamento médico tenha vetado a assinatura do contrato.
A desautorização evidencia as prováveis razões da demissão.
Procurado pelo blog, o doutor segue em silêncio.
Palácios ficará mais cinco meses de molho, e, mesmo que, milagrosamente, possa retornar aos gramados, somente conseguirá em 2025, após 12 meses embolsando, aproximadamente, R$ 1,5 milhão mensal – sem contar R$ 20 milhões em luvas, para felicidade dos intermediários e dos cartolas associados.
Ainda dentro das 24 horas, ocorreu a demissão de Thiago Gasparino, pessoa ‘técnica’, responsável pela análise de desempenho (scout), a quem Augusto Melo disse, dias atrás, seguir prestigiado no departamento de futebol.
Gasparino, em nota, revelou que estava escanteado desde a chegada de Fabinho Soldado, que atendia a interesses dos negócios da cartolagem alvinegra.
Augusto mentiu, como sempre.
Evidencia-se que jogadores deste time, comprovadamente medíocre, foram contratados por razões comerciais, não técnicas, como apregoado.
O resultado dentro de campo reflete a má-conduta.
Enquanto o torcedor sofre, o Presidente é prestigiado por conselheiros de má-fé – alguns deles corruptos, e protegido pela rede de fake-news instalada pelo investigado, e provavelmente foragido, Alex Cassundé.
