Vice do Conselho do Corinthians não quer briga com as ‘organizadas’

É um mistério como alguém deste nível, até para os padrões do submundo de Parque São Jorge, tenha conseguido ocupar o cargo, no passado, de Presidente do CORI, e, agora, de vice-presidente do Conselho e presidente da Comissão de ética do Corinthians.

Não é pouca coisa.

Roberson de Medeiros, o Dunga, possui ligações com os Gaviões da Fiel e com o grupo ‘Fora Dualib’ que, descobriu-se depois, objetivava benesses no Timão.

Recentemente, foi novamente eleito ao Conselho pelo voto dos associados.

Apesar disso, não os prioriza.

O Corinthians, quando joga como visitante nos campeonatos de futebol, normalmente recebe uma cota de ingressos da organização da partida; a diretoria tem destinado a totalidade aos ‘organizados’.

Interpelado para ajudar a destinar, ao menos, percentual deste montante aos sócios do clube, Dunga respondeu que não se meteria nessa briga com a torcida.

Em vez de defender os direitos de quem, efetivamente, contribui com o Corinthians – e são seus eleitores -, o sujeito segue atuando pelos interesses das ‘organizadas’, aqueles que na última partida, pela Copa do Brasil, insistiram em envergonhar a agremiação lançando sinalizadores para dentro do gramado.

É o nível.

Vale lembrar que o presidente do Conselho, que escolheu, ou aceitou, Dunga como vice é o ex-policial Romeu Tuma Junior.

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