Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

“O que adianta saber o que é uma reta, se não se sabe o que é retidão”
Sêneca: foi um filósofo, escritor e político romano
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O silenciar do vice-presidente, diretores e conselho fiscal do SAFESP

Somado aos árbitros federados e amadores, não destituindo ou intimando que peça licença, dão garantias as maracutaias oriundas do presidente José de Assis Aragão por ter extraído vantagens direta e indireta, fartamente documentada e publicada no blogdopaulinho.com.br, nos dia 12 e 14/03/2024.
Postura
Diametralmente oposta no expressado da chapa única “Recuperação, Seriedade e Experiência” encabeçada por Aragão, eleita no dia 08/12/2023, antecedida de assembleias que detonaram O Estatuto Social ano 2003 do dia 05/12/2003- Registrado no 4º Oficial de Registro de Títulos e Documentos, datado em 22/01/2004 – Administração Sérgio Corrêa da Silva.
ART. 6º – Seção IV
Dos Direitos, dos Deveres, das Contribuições, da Readmissão, da Anistia e dos Benefícios.
Inseridos nas letras a, b, d, e, f, g, h, i, j e Parágrafo Único.
Concluo
É urgente que diretoria e jurídico deixem de passar pano as irregularidades praticadas “ingenuamente” por Aragão, de maneira especial, indago-lhe sobre o superfaturamento na compra do imóvel, idem de não tê-lo registrado no nome do sindicato.
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Quartas de Final da Série A do Paulistão 2024 – Sábado 16/03 – TV Cazé
Palmeiras 5 x 1 Ponte Preta
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira – 46 anos – Diploma ano1999
VAR
Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral
Item Técnico
Trabalho normal dos representantes das leis do jogo.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 04 para palmeirenses Alviverdes e 05 a Pontepretanos, incluso técnico João Dermival Brigatti.
Domingo 17/03 – Red Bull Bragantino 3 x 0 Inter de Limeira – TV Cazé
Árbitro: Edina Alves Batista – 44 anos – Diploma ano 2001
VAR
Daiane Muniz dos Santos
Item Técnico
Desempenho aceitável da árbitra e assistentes
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para defensor do Massa Bruta e 03 para defensores da Leão da Paulista
São Paulo 1 x 1 Novorizontino – no tempo normal. Decisão por penalidades máximas: São Paulo 4 x 5 Novorizontino – TV Cazé
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza – 43 anos – Diploma ano 2003
VAR
Marcio Henrique de Góis
Item Técnico
Árbitro e assistentes não tiveram problemas
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para defensor do Tricolor do Morumbi e 04 defensores do Tigre do Vale.
Santos 0 x 0 Portuguesa de Desportos – TV TNT – Empate no tempo regulamentar. Decisão por penalidades máximas: Santos 4 x 2 Portuguesa de Desportos
Árbitro: Raphael Claus – 44 anos – Diploma ano 2002
VAR
José Claudio Rocha Filho
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para Alvinegros Praianos e 02 para defensores da Lusa do Canindé
Vermelho: Direto para Otero, defensor santista no momento que pisou no pé do oponente Giovani.
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Coluna em Vídeo
Por razões de agenda, a versão em vídeo da Coluna não será publicada, retornando, normalmente, na próxima semana.
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Política
Carta a Lula: silêncio sobre golpe de 64 não resolverá nosso futuro
Sr. presidente,

No próximo dia 31, serão completados 60 anos do golpe militar que jogou o país numa longa noite escura. Os documentos não deixam mais dúvidas sobre os crimes cometidos, os abusos e os sonhos enterrados.
Recentemente, porém, o senhor disse que não queria mexer com o passado e, agora, determinou um silêncio do governo durante a data.
Confesso que fiquei perplexo com sua decisão.
Sei que existem as considerações de governabilidade, de diálogo e de pacificação. Sei que o senhor herdou uma democracia que estava sendo desmontada. Também sei de sua preocupação e prioridade em dar respostas aos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro de 2023. Mas a história mostra que sempre que se tenta colocar uma pedra sobre um crime, seus monstros voltam. Sempre.
Basta olhar para as revelações contidas nos depoimentos publicados na última sexta-feira para ver que que existia um plano e uma intenção muito concreta de um grupo no poder de decretar um estado de sítio. Falar de 1964, porém, não significa tirar o foco de 8 de janeiro. Muito pelo contrário.
Teriam os atuais golpistas tido a audácia de planejar uma ruptura democrática se a geração dos militares de 1964 tivesse sido devidamente julgada pelos crimes que cometeram?.
Teriam eles ido tão longe se houvesse, na opinião pública, um sólido entendimento sobre o que significa uma ditadura?
“Marcar os 60 anos de uma ruptura democrática, portanto, não se trata de falar do passado. Mas lidar com nosso presente e construir o futuro. É parte de um processo de educação e de insurreição das consciências.”
Exemplos em diferentes continentes, religiões e culturas demonstram que aqueles que optaram por confrontar a história e seus crimes construíram bases de uma sociedade democrática. Na Alemanha, a desnazificação ocorre todos os dias. Até hoje.
Lidar com esse passado teria ainda um impacto que iria muito além do espaço dos militares na sociedade brasileira.
A defesa da democracia fortaleceria pautas como o combate ao racismo, a luta pelo direito das minorias ou pela defesa da posição das mulheres na condução do país. Todos eles exigem um compromisso que foge muitas vezes da lógica partidária e da barganha política.
Fingir que a data do 31 de março não existe simplesmente não condiz com a realidade. De fato, o 31 de março de 1964 existe em cada vidraça rompida nos prédios em Brasília no dia 8 de janeiro de 2023.
Fingir que a data do 31 de março não existe mandará uma mensagem equivocada. Será um silêncio ensurdecedor que ecoará como uma traição para as vítimas e suas famílias. Mas também para muitos democratas que foram às urnas eleger teu governo justamente contra o risco de que novos ditadores chegassem ao poder.
“Os 60 anos do golpe poderiam ser respondidos com democracia. Muita democracia.”
Seria, por exemplo, uma data ideal para anunciar o restabelecimento da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, para criar um grupo interministerial para finalmente implementar as recomendações da Comissão da Verdade.
Ou então para retirar de pontes, ruas e estradas os nomes de ditadores, para marchar ao lado das vítimas pela praça dos Três Poderes.
Corremos sérios riscos quando a luta é substituída pelo silêncio, em nome de uma suposta estabilidade.
Basta ler os depoimentos das investigações sobre o 8 de janeiro e sobre a tentativa de um golpe para entender que, quando não confrontados, os monstros do passado sempre voltam. Sempre.
Saudações democráticas,
Jamil Chade
Publicado no UOL dia 17/03/2024
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Chega da “desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, ministério público; idem: funcionários públicos de todas as escalas, incluso militares, e nos bastidores do futebol brasileiro.
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Finalizando
Quem luta contra qualquer tipo de sistema opressor ou ditador não é rebelde, é libertador
Alan Basilio: Pensador
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Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP-23/03/2024
