Cris Gambaré, Corinthians e a Seleção Brasileira

Mais do que alegria, Cris Gambaré sentiu alívio ao firmar acordo para gerir o futebol feminino da CBF.

A profissional, vencedora e gabaritada, não suportava mais o ambiente do Corinthians, que piorou muito após as recentes eleições.

Ela e o presidente se aturavam.

Na Seleção Brasileira, Gambaré reeditará a dupla de sucesso com o treinador Arthur Elias, com grandes possibilidades – desde que não haja interferência da cartolagem.

No Corinthians, as coisas funcionaram porque o futebol feminino se tornou quase que um clube à parte dentro de Parque São Jorge.

Se na Seleção o futuro parece promissor, o mesmo não ocorre no Timão.

A substituta de Gambaré será Iris Sesso, ex-atleta de vôlei, parente de conselheiro histórico do clube.

O futebol feminino do Corinthians, listado entre os mais poderosos do planeta, estará nas mãos de uma ‘aposta’, quando deveria, para manter o padrão, procurar alguém tarimbado de mercado.

Nada contra Sesso.

Augusto Melo é o problema, incapaz de negar a apoiadores os cargos que deveriam ser ocupados pelas ‘pessoas técnicas’ prometidas em campanha.

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