Mundial de Clubes e Intercontinental

A FIFA anunciou detalhes do Mundial de Clubes que ocorrerá nos EUA em 2025.
Será um mês com 32 equipes em disputa.
Das seis vagas sulamericanas, três estão preenchidas por brasileiros: Palmeiras, Flamengo e Fluminense; as próximas serão do campeão da Libertadores 2024 e dos dois melhores qualificados no ranking da CONMEBOL (por enquanto, Boca Juniors e River Plate).
Dos oito grupos de quatro equipes classificam-se apenas os ganhadores que, depois, jogarão quartas de final, semi e final, sem disputa de terceiro lugar – o que é ótima solução.
Como o Mundial será disputado de quatro em quatro anos, a FIFA, para ocupar este hiato, retomou o Torneio Intercontinental, desta vez com significativa alteração de regulamento.
Antes, campeões de Europa e América do Sul disputavam jogo único, que era a final do torneio.
Agora, somente o vencedor europeu tem vaga assegurada na finalíssima; o campeão da Libertadores, para disputar o título terá que disputar a vaga com representantes dos demais continentes – inseridos, pela primeira vez.
Trata-se de critério, levando-se em conta a realidade observada nos recentes mundiais – desde 2013 vencido apenas por Europeus, justo.
Outra grande diferença deverá ser o trato da imprensa – principalmente a brasileira – com o campeão Intercontinental.
Se antes, quando não existia Mundial da FIFA, era compreensível que o vencedor da disputa fosse tratado como campeão global, agora não mais.

“Outra grande diferença deverá ser o trato da imprensa – principalmente a brasileira – com o campeão Intercontinental.”
Balela. Uma vez que a FIFA oficialmente reconheceu os campeões intercontinentais como campeões mundiais, ninguém da imprensa vai ser burro o suficiente a ponto de contrariar esse fato.