A guerra pelo poder da CBF

A queda de Ednaldo Rodrigues, agora ex-presidente da CBF, que obedecia a Reinaldo Carneiro Bastos, da FPF, foi precedida de traições a ex-aliados e por uma gestão absolutamente confusa, além de, esportivamente, melancólica.
Se não fosse pela Justiça – como ocorrido ontem, seria pela política.
Agora o pior está por vir.
Apresentam-se como alternativas nomes conhecidos da Casa Bandida, como Fernando Sarney, Gustavo Feijó, etc, ligados ao poder do passado, e, com menos chances, o sonho de Andres Sanches bancado pelo apoio de Ronaldo Fenômeno.
Dentro de campo, se havia dúvida sobre a efetivação da contratação de Ancelotti, ela foi substituída pela certeza de que o italiano não cometerá a loucura de deixar o Real Madrid para se meter em tamanha sujeira.
Diniz permanecerá?
Também é pouco provável.
Em meio ao caos, seria o momento adequado para que a Liga de clubes surgisse ainda mais poderosa, porém de onde menos se espera é que nada, realmente, acontece.
O futebol brasileiro, seja qual for a definição entre as opções apresentadas, permanecerá no atraso.
