CBF e PM/RJ: a união de incompetências e bandidagem

“A gente viu como eles estavam batendo nas pessoas. A polícia, como aconteceu na final da Libertadores, mais uma vez reprimindo as pessoas com paus, alguns jogadores tinham família lá. Naquele momento, a gente não sabia o que estava realmente acontecendo e ficamos prestando mais atenção nisso do que em jogar o jogo, que se tornou secundário”

(LIONEL MESSI)


Antes de novo vexame da Seleção Brasileira, que perdeu mais dando botinadas do que jogando futebol diante de uma Argentina capitaneada pelo genial Lionel Messi, o que se viu nas numeradas do Maracanã pode ser tratado como resumo do que são CBF e PM-RJ.

Ambas com famas de incompetentes e bandidas.

A CBF, de colarinho branco; os policiais, com sangues nas mãos.

Faz tempo estas entidades deveriam ser reavaliadas.

Nos últimos anos, a Casa Bandida tem sido gerida por notórios corruptos.

Quem comanda a PM carioca é o crime, seja ele sob o poder de políticos ou militares milicianos.

Deveriam ser extintas.

Os clubes que comandem seus campeonatos e seleções; a sociedade civil, reestruturada, que encontre caminhos para a segurança.

Ser defendido pelas PMs do RJ, certamente, não é garantia de proteção – muito pelo contrário, mas de que algum dia o cidadão será, se não achacado, discriminado, desrespeitado e, talvez, morto com arma forjada numa das mãos.

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