As ‘chapinhas’ do Corinthians precisam repensar o comportamento

Nas eleições do Corinthians, embora não sejam obrigadas, quase todas as ‘chapinhas’, formadas por vinte e cinco candidatos ao conselho deliberativo, decidiram se escorar num dos dois candidatos a presidente.

As razões são diversas.

Na maioria das vezes, para serem bancadas pelo dinheiro dos postulantes presidenciais ou objetivando benesses em caso de êxito eleitoral.

Nesta situação – da expectativa de participar do poder – estão colocados dois exemplos notórios: a União dos Vitalícios e a Corinthians Grande, que não precisam do financiamento.

Estes apoiam, exclusivamente, por promessa de cargos, embora o discurso oficial seja o de implementação de agendas em comum.

Alguns, mas nem todos, tapam o nariz quando próximos do ‘escolhido’.

Romeu Tuma Junior, Augusto Melo e Fran Papaiordanou

Do outro lado, pressionadas, a ‘Preto no Branco’ – ligada a Duílio ‘do Bingo’, e a ’33’ – comandada por Jaça, saíram do muro, provavelmente, por acertos inconfessáveis.

A única que não se ligou a candidatos presidenciais foi a ‘Liberdade Corinthiana’, mas não por virtude, e sim no aguardo da candidatura de seu ‘dono’, ou em protesto pela pequena adesão à ideia.

Dentre as que embolsam está a ‘São Jorge 77’, apelidada ‘Barbarense 77’, pois comandada pelos que usurparam sonhos de jovens garotos na equipe do interior.

Ainda existe tempo para mudança.

Principalmente entre as promissoras, como a ‘Arquibancada 95’, que se ligou ao que há de pior em Parque São Jorge, embora dele não dependa, apenas por abominar a outra opção.

Um grave erro.

A melhor solução, no contexto atual, é a independência – realizar campanha apenas para o Conselho, para que não sejam tratados como co-responsáveis por tragédias que se anunciam.

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