Os erros de quem só enxerga o poder em Parque São Jorge

Faz alguns anos, a busca pelo poder em Parque São Jorge é sobreposta ao que deveria ser o objetivo principal de conselheiros e associados do Corinthians: o melhor futuro possível ao clube.
O que justificaria, por exemplo, um grupo de advogados com discurso progressista juntar-se a um postulante que sobrevivia, até então, de ‘golpes de arara’?
Isso ocorreu, no Corinthians, em 2007.
Talvez a incompetência em avaliar o currículo do sujeito, apesar de público nos Tribunais de Justiça, sirva de desculpa no início, mas, e depois, quando permaneceram com ele no poder?
Os mesmos advogados, anos após, entraram na campanha de Augusto Melo.
Desta vez sem a desculpa da ignorância.
O comportamento de Melo é, desde alguns anos, conhecido – não apenas no submundo da bola.
Somente a obsessão pelo poder justificaria repetir graves erros do passado.
Com a campanha de Augusto Melo, caíram muitas máscaras, reveladoras do que, efetivamente, está em jogo no Parque São Jorge.
