Se permanecer no passado, Corinthians terá que escolher o ‘menos pior’ nas eleições

Duas candidaturas se anunciam à presidência do Corinthians, ambas ligadas à situação: a da dissidência, encabeçada pelo agente de jogadores Augusto Melo, e a ‘oficial’, de André Negão (a ser confirmada).
A oposição segue sem rumo.
O grupo com mais votos, o ‘União dos Vitalícios’, não enxerga a realidade do clube e se prende a nomes amplamente reprovados em Parque São Jorge.
Durante evento com associados, o nome de Paulo Garcia, dono da Kalunga, o mais derrotado candidato à presidência em toda a história do clube, foi comemorado.
“Paulo Presidente”, gritavam os mais ‘fiéis’.
A insistência no passado joga por terra qualquer possibilidade de êxito do grupo.
Os opositores seguem ‘cultuando’ caciques, a maior parte deles impopular.
Este comportamento limita opções e fecha os olhos para novas lideranças.
Para vencer as ameaças que se apresentam, que obrigarão associados alvinegros a votarem no menos pior entre a versão ainda mais perigosa do que já existe no poder e o representante dos atuais gestores, a oposição precisa se reinventar.
