Aparentemente, São Paulo aposta no balcão de negócios ao trocar de treinador

Ao contratar Dorival Junior, além de reconduzir ao clube profissional de nível mediano, trouxe também a empresa Khodor Soccer, de propriedade de Edson Khodor.
Dorival é casado com Valéria Khodor Silvestre, irmã do intermediário
Há anos atletas agenciados pela empresa trabalham com o treinador.

Quando Dorival esteve no Santos, Leandro Donizetti e Lucas Lima eram ‘administrados’ por Edson Khodor.
Na base, a empresa agenciava outros cinco atletas: Gustavo, Daniel Ribeiro, Gregore, Gabriel Bonet e Fabrício Daniel.
O Conselho Deliberativo do Peixe chegou a investigar os negócios, mas o caso foi arquivado.
Após algum tempo, Lucas Lima rompeu com o empresário.
Processado pela Khodor, em sua manifestação de defesa, o meia declarou:
“Alega que a Khodor conduziu sua carreira de maneira nebulosa, compartilhando direitos e apropriando-se indevidamente de valores, bem como causando ônus fiscais ao autor e negociando a remuneração do requerente conforme sua exclusiva conveniência”
Noutros trabalhos de Dorival Junior, esse tipo de relação se repetiu.
No Ceará, por exemplol, a Khodor é gestora do jogador Bruno Pacheco.



Levando-se em consideração que o gestor de Futebol do São Paulo é Rui Costa, e que o presidente é Casares, ambos de comportamento apreciado pelos intermediários, trata-se de alinhamento previsível.
Em vez do esporte, a opção, aparentemente, foi o balcão de negócios.
É grande o esforço do São Paulo pela desmoralização da 2ª divisão; se não tomar cuidado, em algum momento, será ‘recompensado’.
