Para ampliar o vexame, o Flamengo tem uma diretora, e 1ª dama, indiciada por racismo

Dono de ‘feitos’ que, provavelmente, nunca serão superados, o presidente Rodolfo Landim iniciou a gestão do Flamengo em meio ao assassinato de dez jovens no Ninho do Urubu.

Seguiu adiante desrespeitando os parentes das vítimas e levou o clube à associação de imagem ao pior Presidente da história do país, condenado no ‘Tribunal dos Povos’ na condição de Genocida.

Agora, para ampliar o vexame, sua esposa, a 1ª dama, que se liga ao rubronegro porque é diretora de Responsabilidade Social, foi indiciada, formalmente, pelo crime de racismo.

Após a vitória de Lula nas eleições presidenciais, Ângela Machado escreveu:

“Ganhamos onde produz, perdemos onde se passa férias. Bora trabalhar porque se o gado morre, o carrapato passa fome”

Tratava-se de ofensa aos nordestinos.

O casal Landim parece ser daqueles que não pode ver uma possibilidade de ‘vergonha’ que já corre para tentar passar, reflexo de comportamentos preconceituosos e da incultura alimentada pela convivência com Bolsonaros e Batistas.

Uma pena que o Flamengo, lamentavelmente, esteja sendo arrastado para a história.

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