Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

Uma coisa eu já ouvi de um amigo meu: nunca tenha ingratidão com quem já te fortaleceu.
Chorão: Trecho da música Puro sangue.
—————————–
Silvia Regina ex-árbitra e instrutora das leis do jogo ligada a CA-FPF
Continua
Ingrata com quem a ajudou abundantemente no decurso da carreira, cito três: Mario Franciscon e Dirceu Fernandes, já falecidos; salvo engano, sua ingratidão estendeu-se ao também respeitadíssimo Gustavo Caetano Rogério
No
Decurso da semana que se finda, jurou aos alunos do curso de formação de árbitros da FPF que:
Se
Uma das equipes contendo 07 defensores, um deles comete penalidade máxima e é expulso, a mesma, deve ser cobrada, na sequência partida se conclui.
Declarando
Que este determinar é “senso comum, o bom senso do futebol” contestando a regra do jogo que diz:
Nenhuma
Partida poderá ter reinício se uma ou ambas as equipes ficarem com menos de 07 jogadores em campo.
Neste
Precioso momento, Erica Candido perguntadora do acima e, desconhecedora de arbitragem, está no cargo depois de indicada por sua amiga e poderosíssima presidente da CA-FPF Ana Paula de Oliveira, poderia ter corrigido o descalabro proferido por Silvia Regina
Relembrando
Na condição de árbitra da refrega Santa-cruzense da cidade de Santa Cruz do Rio Pardo x Atletico Sorocaba, pela Copa Paulista disputada no ano 2006, Silvia Regina validou gol do gandula, seguindo o apontamento do bandeira vermelha, atual assistente 01
SAFESP
Via presidente juris171consulto continua atropelando o ART 6º, Secção IV, principalmente o inserido na letra “c”.
Inconformados
Com a denúncia do associado Douglas D´Andrea junto ao MP do Trabalho, tentam desclassificá-lo, como também: todos que tentarem prejudicar o plano de terceirização
Como exemplo
Nos primeiros jogos do campeonato da OAB 2023 que está com o sindicato há muitas décadas, certamente ocorre loteamento das escalas entre empresas apoiadoras de um futuro candidato a presidente.
————————————
Primeira das duas finais da Série A do Paulistão 2023 – Domingo 02/04
Água Santa 2 x 1 Palmeiras
Árbitra: Edna Alves Batista (FIFA)
Assistente 01: Neuza Inês Back (FIFA
Assistente 02: Alex Ang Ribeiro
VAR
Jose Claudio Rocha Filho (FIFA)
Item Técnico
Sem enrolar, sou direto e reto em nenhum momento a principal aplicadora das leis do jogo, ou um dos e seus assistentes tiveram influência no resultado
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 05 para defensores do Gigante de Diadema Netuno e 01 para alviverde.
No domingo de Pascoa datado 08/04 haverá o decisivo embate entre:
Palmeiras x Água Santa
Árbitro: Raphael Claus (FIFA)
Assistente 01: Danilo Ricardo Simon Manis
Assistente 02: Mauro André de Freitas
VAR
Marcio Henrique de Gois
/// /// /// /// /// /// /// /// /// ///
Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI” desta semana.
Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita
*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.
———————————————–
Política
Emendas da defesa de Bolsonaro pioraram o soneto do escândalo das joias

Orientado por seus advogados, Bolsonaro informou à Polícia Federal que mobilizou um séquito de militares para reaver as joias de R$ 16,5 milhões apreendidas na alfândega para evitar um “vexame diplomático”. Quis impedir que o Brasil ficasse mal com os generosos presenteadores da Arábia Saudita.
Como evidência de que jamais tramou surrupiar os diamantes “na mão grande”, Bolsonaro mencionou o fato de que o vaivém de almirantes, coronéis, tenentes e sargentos foi registrado em ofícios protocolares. Considerando-se que Bolsonaro já havia incorporado dois estojos de joias sauditas ao seu patrimônio privado, depreende-se que o vexame que ele quis evitar foi a vergonha de cair em tentação pela terceira vez.
Se a plateia entendeu bem a nova versão, o capitão agiu mais ou menos como um viciado que, conhecendo a própria fraqueza, cerca a bebida, o cigarro, a droga ou os diamantes com um sistema de alarmes contra ele mesmo. É preciso considerar todas as hipóteses. Na pior hipótese, Bolsonaro tentou ludibriar a Polícia Federal. Na melhor hipótese, o que os ofícios revelam é uma trama virtuosa, uma farsa arquitetada pelo bem do patrimônio da República.
Na hipótese mais benfazeja, Bolsonaro meteu-se numa conspiração às vésperas do fim do mantado, para evitar que sua fortuna pessoal, já engordada com a incorporação de dois pacotes de objetos de luxo, fosse vitaminada com as joias hipoteticamente destinadas a Michelle. Juntas, as peças somam uma rachadinha —ou rachadona—de R$ 18 milhões.
Além da promiscuidade da transferência de bens da União do Alvorada para a casa do amigo Nelson Piquet, onde as joias permaneceriam enquanto perdurasse o exílio de Bolsonaro na Flórida, flagrou-se um festival de velhacarias, do qual Bolsonaro foi o protagonista. Pouco importam as intenções, pois o esforço para reaver os diamantes flagrados pelo Raio X numa mochila, pior do que um crime de peculato, foi um vexame malsucedido.
A ordem do TCU para que fossem devolvidas as joias que escaparam da fiscalização alfandegária escondidas na bagagem do almirante Bento Albuquerque tornou inacreditável a boa-fé de Bolsonaro. A ocultação de um terceiro estojo mesmo depois do constrangimento da primeira devolução, pulverizou a tese segundo a qual o capitão “não sabia” que presentes milionários não podem ser enfiados no caminhão de mudança como se fossem objetos de uso “personalíssimo” de um salteador.
Se a mentira serve para alguma coisa é para revelar que por baixo de uma camada de inverdades há sempre outras mentiras. É o caso da alegação de que Bolsonaro só ficou sabendo da muamba transportada desde Riad um ano depois do desembarque de Bento e sua comitiva de beatos. De novo, é preciso raciocinar com todas as hipóteses.
Na pior das hipóteses, Bolsonaro quis confundir um pouco mais a Polícia Federal. Na melhor das hipóteses, o capitão adotou o comportamento de um suicida didático para ensinar à imprensa e aos investigadores que se a verdade não está por cima, por baixo é que ela não estará. Numa terceira hipótese, Bolsonaro aposta na lentidão da Justiça brasileira. Uma Justiça que tarda, mas não chega.
Uma inverdade apanhada na hora vira mentira deslavada. Se persistir por cinco anos, será apenas um lapso da imaginação de quem a pronunciou. Dez anos depois, o autor da mentira confundirá amnésia com consciência limpa. E a falsidade se transformará numa passagem épica da realidade paralela de um mito que mente até quando está sozinho. Em 15 anos, já ninguém mais se lembrará de que as emendas penduradas na defesa de um investigado indefensável pioraram o soneto de um escândalo ornamentado por joias milionárias.
Opinião do jornalista Josias de Souza – Publicada no UOL na sexta feira 07/04/ 2023
—————————
Finalizando
“É tanta fraude, tanta corrupção, que não parece que somos uma República, mas uma Privada!”
Juscelino Vieira Mendes: Pensador
—————————————
Chega da escandalosa Corrupção praticada por senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do Judiciário, ministério público; idem funcionários públicos de todas as galgas e nos bastidores do futebol brasileiro
—————————
Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP-08/04/2023
