Água nada Santa na final desmoraliza Paulistinha

O Paulistinha chegou ao fundo do poço com a definição de Palmeiras e Água Santa para disputa da finalíssima.

Não pelo Verdão, evidentemente.

O clube de Diadema sobrevive de aporte financeiro dos mesmos que comandam setores da sociedade que deveriam estar sob domínio do Estado.

Aliás, a FPF tem se empenhado em acolher esse tipo de gente, como demonstram as facilitações para inscrição do Ibrachina, da Mooca, comandado pela família de Law Kin Chong, aquele da 25 de março.

O Água Santa, após o Paulistinha, decidiu parar as atividades do futebol por oito meses, retornando apenas para a disputa do campeonato do ano que vem, demonstrando o desapreço pelo lado esportivo do negócio.

Nesse contexto, torcer pelo Palmeiras nesta final é demonstração, independentemente da rivalidade – este jornalista é corinthiano, não apenas de amor ao futebol, mas de resistência, ainda que a água também não seja cristalina no Verdão.

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