Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

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apito limpo

“Uma formiga sozinha não faz formigueiro”

Ian Alexander: é um ex-ator americano

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Animado

Encontro-me com possível publicação e instalação da assembleia SAFESP que aferira a reinserção dos associados inadimplentes, plausível renúncia da atual diretoria, seguida da nomeação de junta governativa que terá algumas incumbências;

Dentre as quais

Ativar e expor no site da entidade e outros meios tecnológicos a condição administrativa e financeira da gestão antecessora, se possível: alguns informes ocorrido nas administração Arthur Alves Junior, especificamente no setor financeiro dirigido pelo seu homem de confiança Carlos Donizeti Pianosqui.

Antecipando

Creio que alguns grupos estão se organizando e conversando com crível nome para ser cabeça da chapa.

Conversando

Com um deles perguntei e obtive como resposta que ‘não’, ao que tripliquei ser o melhor a ele se assim acontecer.

Quando

Sócio e participativo na crítica, acoplada a sugestões, asseverava que havia e assim continuo: ‘quanto há incompatibilidade no exercício do cargo e exercer atividade profissional e amadora’

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10ª Rodada da Série A do Paulistão 2023 – Domingo 19/03

Santos 4 x 0 Portuguesa

Árbitro: Raphael Claus (FIFA)

VAR

Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (FIFA)

Item Técnico

Desempenho comum do aplicador das leis do jogo, idem assistentes

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para alvinegro e 02 para lusitanos

Vermelho: Correto, contudo: não foi no ato da falta corretamente sinalizada e merecedora de expulsão, cometida por Diogo Lucio defensor da lusa no oponente Sandry Roberto, de pronto, Raphael Claus ameaçou advertir com cartão amarelo; chegando próximo do santista, vendo o sangue correndo, exibiu o cartão vermelho.

Corinthians 3 x 0 Mirassol

Árbitro: Matheus Delgado Candançan

VAR

Thiago Duarte Peixoto

Item Técnico

1º – Aplicou bem a lei da vantagem para os dois lados; contudo: excedeu por não ter marcado a primeira falta em cima do corintiano Roger Guedes, que antecedeu a segunda corretamente sinalizada;

Aclaro

No meu entender a primeira foi mais forte, como deixou o lance seguir, sinalizando a seguinte, deveria ter dado o amarelo para o praticante da primeira e, não o fez.

2º – Acertou no ato apontando a penalidade máxima cometida por Cássio goleiro corintiano no oponente Camilo, que bateu, Cassio defendeu

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para corintianos, idem a mirassolenses

Terça Feira 21/02

São Bento 0 x 3 São Paulo

Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araújo

VAR

Adriano de Assis Miranda

Item Técnico

Trabalho normal do trio de arbitragem

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para equipe são-bentista e 01 para equipe tricolor

Quarta Feira 22/02

Palmeiras 2 x 0 Red Bull Bragantino

Árbitro: Douglas Marques das Flores

VAR

Vinicius Furlan

Item Técnico

1º – Nos primeiros minutos da contenda sob sua visão o palmeirense Piquerez foi com tudo pra cima de um dos oponentes, assoprador nada marcou

2º – Camisa número 35 do Red Bull deu forte cotovela no oponente Raphael Veiga, falta não apontada, nem advertência

3º – Foi insensato ao não apontar agarrão do alviverde Gabriel Menino no opositor camisa nº 05, seguido de falta não registrada do camisa 05 em oponente que não anotei, sequenciado e paralisado no perigoso carrinho perpetrado pelo palmeirense Endrick no mesmo oponente, fato que gerou a corrida do goleiro palmeirense em direção e indagação ao árbitro, sendo corretamente advertido com cartão amarelo.

4º – Deixou de advertir oponente do palmeirense Endrick, no instante que foi atropelado do por um dos oponentes

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para alviverdes e 02 para bragantinos

Seu

Trabalho foi detestável nos itens técnico e disciplinar, sobretudo em relação a não expulsão do palmeirense Roni no lance que recebeu falta e, no revide, maldosamente, esticou e ergueu as duas pernas atingindo o peito do oponente Natan.

VAR

Corretamente requereu que fosse ao monitor; lá chegando viu, reviu e na maior cara de pau deixou de expulsar Roni, completando com o não amarelo, determinou a cobrança da falta cometida por Natan.

Acoplando

A covardia por não ter sido solidário com a assistente 01:  Neuza Inês Back (FIFA), idem para com a quarta árbitra: Marianna Nanni Batalha, e não expor no seu relatório as constantes indagações com gestos e palavras proporcionada pelo técnico palmeirense Abel Ferreira, ressaltando que em uma das vezes foi puxado para o banco por um dos seus auxiliares.

Concluindo

Pergunto: Quem é o são os audaciosos que dão proteção para este pseudo árbitro de futebol

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Coluna em Vídeo

Por razões de agenda, não publicaremos a versão em vídeo da Coluna do Fiori, que retornará na próxima semana.

Desde já pedimos desculpas pelo inconveniente.

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Política Armamentista

Perigoso legado de Bolsonaro

Número de armas nas mãos de particulares saltou de 1,3 milhão para 2,9 milhões, um evidente absurdo

A atuação do então presidente Jair Bolsonaro para facilitar o acesso a armas de fogo durante seu mandato produziu um dado impressionante: o número de armas nas mãos de particulares mais do que dobrou entre 2018 e 2022, passando de 1,3 milhão para 2,9 milhões. Eis o resultado concreto da pregação e das ações do então presidente para flexibilizar restrições ao armamento da população. Hoje a sociedade brasileira está mais armada, e isso traz riscos. Um legado com efeitos de curto, médio e longo prazos.

Como noticiou o Estadão, dados obtidos pelo Instituto Sou da Paz e pelo Instituto Igarapé mostram que o acervo particular no Brasil cresceu ano a ano durante o governo Bolsonaro. Não tinha como ser diferente: o acesso a armas, inclusive a fuzis, foi um dos temas explorados pelo então candidato na campanha eleitoral de 2018, com sua ideia equivocada de que as deficiências da segurança pública deveriam − como se isso fosse possível − ser supridas por cidadãos devidamente armados. Um disparate capaz de gerar consequências em sentido contrário, sobretudo num país já tão violento como o nosso.

Tão logo assumiu o cargo, em janeiro de 2019, Bolsonaro passou a assinar decretos e a recorrer a outras medidas infralegais para facilitar o acesso da população a armas de fogo. Foi assim que flexibilizou a exigência de comprovação de “efetiva necessidade” para ter arma em casa ou permitiu que Caçadores, Atiradores e Colecionadores (CACs) adquirissem até 60 armamentos, dos quais 30 de uso restrito das forças de segurança, além de 180 mil balas por ano. Um exagero injustificável. Vale lembrar que algumas das iniciativas se deram ao arrepio da lei e, por isso, foram barradas pelo Supremo Tribunal Federal.

Nesse contexto, infelizmente, o boom de armas de fogo está longe de ser surpresa. Cabe ao atual governo agora dar sequência às medidas já adotadas para corrigir equívocos estimulados nos últimos quatro anos. É evidente que tamanho aumento do acervo particular impõe um cuidado especial de fiscalização. De imediato, é preciso verificar se as pessoas que adquiriram esses armamentos cumprem os requisitos legais, da mesma forma que se faz necessário adotar mecanismos de controle mais rigorosos, combatendo fraudes para evitar que criminosos consigam comprar armas legalmente − um efeito indesejável da política de acesso desenfreado estimulada por Bolsonaro.

É acertada a iniciativa do atual governo de exigir que todas as armas de fogo sejam registradas no Sistema Nacional de Armas da Polícia Federal, sob pena de apreensão. Lamentavelmente, a liberalização do acesso no governo anterior foi acompanhada de descontrole por parte do poder público – a ponto de que nem o Exército se disse capaz de mapear as armas adquiridas por CACs, o grupo que mais cresceu nos últimos anos entre os detentores de armamentos, de acordo com o balanço do Sou da Paz e do Igarapé.

A melhoria das condições de segurança pública é um imperativo, mas a violência legítima é monopólio do Estado, que não pode terceirizar essa responsabilidade permitindo que os cidadãos se armem sem qualquer controle.

Opinião do Estadão publicado no dia 22/02/2023

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Finalizando

“Se todos dermos as mãos, quem sacará as armas?”

Bob Marley: foi um cantor, compositor e guitarrista jamaicano

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Chega de equipamentos Funestos, Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-25/02/2023

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