Corinthians descumpre acordo com a Prefeitura de combater violência contra a mulher

Em 11 de janeiro de 2019, o Corinthians, através do então presidente Andres Sanches, assinou Acordo de Cooperação com a Prefeitura, o Palmeiras e o São Paulo comprometendo-se a adotar ações preventivas de erradicação a todas as formas de violência contra a mulher.
Nunca cumpriu.
O Conselho Deliberativo do alvinegro, seja em reuniões presenciais ou via grupo de whatsapp, é um pântano de preconceitos.
A mulher é tratada, explicitamente, com inferioridade; os pretos, achincalhados em comentários covardes, pelas costas.
Dois casos recentes se tornaram públicos em meio a muitos outros: o da absolvição de Mané da Carne após ofender e ameaçar, fisicamente, mulheres do conselho, e o de Ilmar Schiavenato, que achou ‘engraçado’ tratar a primeira dama como ‘puta’ e a ex-presidente como ‘merda’.
Mas existem outros.
Quem nunca presenciou, por exemplo, um ex-diretor da era Dualib, metido a extremista, tratar todos os pretos do clube, diariamente, como ‘macacos’?
Nunca ninguém o denunciou.
Muitos concordaram; alguns, coniventes, sorriram.
O ambiente do Corinthians, infestado de repulsivos, acaba atraindo para os principais cargos gente que, quando não iguais, se vê obrigada a fechar os olhos às barbaridades.
Grande parte do conselho do Timão não respeita ‘as mina’; outros, se pudessem, e tivessem coragem, sequer olhariam na face dos pretos.



