Psicopatia em discussão no julgamento de Daniel Alves

Daniel Alves, pela enésima vez, modificou a versão do episódio em que é acusado de estupro, dizendo agora que foi atacado pela vítima.
Segundo o novo relato, ele teria sofrido assédio por sexo oral não consentido ao qual, sequencialmente, deixou de se opor.
Disse ainda que não revelou a história antes para proteger a mulher.
Nesses termos, o julgamento passa a ser também de psicopatia.
Os fatos e provas, conhecidos até o momento, garantem enorme credibilidade à vítima, que manteve uma única versão de depoimento e abriu mão de compensação financeira.
Se a versão de Daniel Alves fosse real, a acusadora seria uma espécie de lunática com objetivo único de levar gente famosa à prisão.
Com este nível de defesa, além de parecer, de fato, culpado pelo estupro, o jogador demonstra traços de psicopatia; a maldade com absoluta ausência de sentimentos.
Se concordou, e é pouco provável que não, com os argumentos de seus advogados, Daniel Alves está no lugar certo, por anos incertos.
Errado, menos de um mês antes da agressão, foi ter disputado mais uma Copa do Mundo, sem condições técnicas e, tudo indica, psicológicas, algo que poderia ser evitado se o treinador Tite não tivesse dispensado o serviço de psicólogo(a) que, há anos, ajudava a avaliar os jogadores da Seleção Brasileira.
