Justiça brasileira se desmoralizará se não prender Robinho

Orlando Rollo e Robinho

Faz um mês, o Governo da Itália pediu ao Brasil para que Robinho, condenado a nove anos de prisão por estupro, cumpra sua pena no país.

O ex-atleta estava se beneficiando de artigo da Constituição que proíbe a extradição de brasileiros.

Não há o que pensar.

A Justiça se desmoralizará se permitir que Robinho permaneça em liberdade.

É quase certo que, se acolhido o pleito italiano, o estuprador cumprirá a pena no presídio de Tremembé, interior de São Paulo, onde poderá, talvez, se reencontrar com Orlando Rollo, ex-presidente do Santos, preso sob acusação de, na condição de policial civil, extorquir traficantes de drogas internacionais, que, se condenado, terá o mesmo endereço como destino final.

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