Corinthians terá que bancar peritos em tentativa de receber dinheiro da ‘Apito Promocional’

Em 2012, o Corinthians anunciou patrocínio pontual em sua camiseta, comemorando receber R$ 1,3 milhão da obscura e recém criada “Apito Promocional”.
O clube nunca recebeu a quantia e ainda é parte em processos, como solidário, de consumidores lesados.
À época os comerciais da “empresa”, utilizando-se da marca alvinegra, foram protagonizados pelos cronistas esportivos Neto e Milton Neves.
Nenhum deles (talvez os únicos) reclamou de calote.
Desde então o Timão, através de medidas judicias, tenta, em vão, receber a quantia que acordou à época, sem nenhum suporte de garantia.
Na mais recente movimentação processual, o Corinthians pediu a desconsideração de personalidade de outras empresas ligadas aos proprietários da APITO (que não mais existe), mas a Justiça negou a liminar e indicou trabalho de perícia que, para seguir adiante, terá que ser bancado pelo clube.
Os prejuízos acumulam-se e a possibilidade de ressarcimento segue remota.
A Apito Promocional chegou ao Timão pelas mãos de Luis Paulo Rosenberg, com comissionamento, segundo fontes, pago, também, a André Campoy – parceiro de Andres Sanches – e tem entre seus parceiros a empresa GO SPORTS, ligada à APOLLO Sports, que também figurou como parceira do clube e não honrou os compromissos.
