Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
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“Não existe o certo e o errado. Existe o que é ético e o que é conveniente”
Hideki Anagusko: Pensador
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O abandono do

Está explicitado na defasada página inicial do site, elogiando o protegidíssimo e nariz empinado Gustavo Holanda Souza sobrinho da vice-presidente pelo regular trabalho na contenda final da 52ª Copa São Paulo de Futebol Junior ano 2022 com o resultado Palmeiras 4 x 0 Santos, tornando a equipe alviverde Campeã pela primeira vez.
Houvesse
O mínimo de respeito a si mesmo, por nada terem cumprido no apregoado na época eleitoral, principalmente das acusações referentes a administração do antecessor Arthur Alves Junior,
Neste
Início do ano 2023, presidente, vice e diretoria deveriam formatizar carta renúncia, deixando os respectivos cargos a disposição de comissão com obrigação de convocar inscrição de chapa unificada para reerguer a outrora e principal entidade representativa dos árbitros estaduais.
Completando
Senhores e raríssimos associados quites com a mensalidade, idem aos que deixaram de pagar:
A união de todos fortalece o profissional que respeita seu consorte, tem autocritica, e não se socorre de meios estranhos para ser escalado.
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Copa São Paulo 2023 de Futebol Junior – Segunda fase – Vencedor segue na disputa
Quinta Feira 12/01/2023
Grêmio (RS) 1 x 0 Sociedade Esportiva Picos (cidade do Estado do Piauí)
Árbitro: João César Ferreira da Silva Júnior
Item Técnico
1º – Foi bem por ter determinado ‘segue o jogo’ no lance normal ocorrido no interior da área da equipe gremista carioca entre um defensor com atacante oponente, acontecido próximo do fim da primeira etapa.
2º – Determinado momento da segunda etapa sob as vistas do árbitro, o gremista Lian cometeu falta arriscada em um dos oponentes no ato: falta sinalizada, contudo, não recebeu cartão amarelo.
Item Disciplinar
Lian contava com cartão amarelo, deixando passar batido, quero crer que o árbitro não se fez de migue escondendo o segundo amarelo, seguido do vermelho.
Fluminense 0 x 0 Atlético de Guaratinguetá no tempo normal
Decisão por penalidade máxima
Fluminense 4 x 2 Atlético Guaratinguetá.
Árbitro: Rafael de Souza
Item Técnico
Acertou por ter corroborado com o assistente 02: Fausto Augusto Viana Moretti nos instantes que sinalizou a posição de impedimento dos atacantes do tricolor das laranjeiras findados com a redonda no fundo da rede; em um deles, com bola descendo, o atacante voltou da posição de impedimento e cabeceou para o gol.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 03 para equipe carioca e 02 para guaratinguetaenses
Corinthians 1 x 0 Comercial de Ribeirão Preto (RP)
Árbitro: João Vitor Gobi
Item Técnico
Trabalho aceitável; com ressalva do lance ocorrido por volta do 36º minuto da segunda etapa logo após cobrança de escanteio favorável a equipe corintiana, quando da descida da bola, um corintiano cabeceia, redonda sobrou para o consorte Felipe Augusto mandar pro fundo da rede;
No ato
O assistente 01: Rodrigo Meirelles Bernardo sinalizou aposição de impedimento do Felipe Augusto, na repassagem do fato, via TV, fiquei e estou na dúvida, vez que: assim que a bola desceu e foi cabeceada por corintiano e girou sobre si, um defensor se adiantou, bola sobrou e Felipe Augusto anotou o tento.
Conclusão
Lance típico para ser revisto através VAR.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para corintiano, idem para oponente,.
Concluo
Se faz necessário que o árbitro se conscientize que não deve disputar corrida com a bola, gesticular em demasia e querer aparecer mais que os atletas.
Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.
Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita
*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.
Politica
O dever de casa do Congresso

Câmara e Senado devem punir seus membros que apoiaram, consentiram ou colaboraram com os atos do dia 8. Não cabe tolerância com quem emporcalha a história do Congresso
A cúpula do Congresso, como não poderia deixar de ser, alinhou-se aos demais Poderes, aos entes federativos e à sociedade brasileira na defesa da Constituição e da democracia neste momento conturbado do País. Com firmeza, os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco, e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, condenaram a barbárie impetrada por bolsonaristas no dia 8 de janeiro.
No próprio domingo, Arthur Lira afirmou que a Câmara agiria “com rigor” para garantir “a liberdade, a democracia e o respeito à Constituição”. O presidente da Câmara defendeu que aqueles que “promoveram e acobertaram” o maior atentado contra a democracia brasileira desde o fim da ditadura militar sejam “identificados e punidos na forma da lei”. Em seguida, Rodrigo Pacheco repudiou “veementemente” o que chamou de “atos antidemocráticos” e exigiu que os responsáveis “sofram o rigor da lei com urgência”.
É o que este jornal espera. Um ataque tão desavergonhado contra as instituições democráticas não pode ficar impune. A lei deve alcançar todos os seus responsáveis diretos e indiretos. O melhor mecanismo de defesa da democracia é a aplicação da lei e de suas penas, observado o devido processo legal, sem fazer concessões com quem se utiliza, para seus objetivos políticos, da violência ou da ameaça.
Imprescindível, o alinhamento dos presidentes da Câmara e do Senado na defesa da democracia deve ir, portanto, além de discursos. É necessário assegurar a pronta e adequada responsabilização de todos os parlamentares que, direta ou indiretamente, contribuíram para os atos de 8 de janeiro. Não cabe atenuar a participação – ou conivência – com tão grave atentado às instituições democráticas.
Houve deputado que teve a ousadia de justificar a invasão e depredação das sedes dos Três Poderes. Segundo Ricardo Barros (PP-PR), por exemplo, os atos de domingo foram causados porque o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, não conseguiu convencer a sociedade de que a urna eletrônica era confiável. “Se ele tivesse convencido, não teríamos essas pessoas, que são brasileiros de cara limpa”, disse o deputado à CNN Brasil, referindo-se aos vândalos que depredaram o Palácio do Planalto, o Supremo e o Congresso.
Em tempos tão estranhos, é preciso dizer o óbvio: todos os parlamentares que apoiaram, antes ou depois, os atos de domingo quebraram o decoro parlamentar. Não respeitaram a Constituição. Não honraram o Estado Democrático de Direito. Já não dispõem de condições éticas para continuarem ocupando suas cadeiras.
As lideranças do Congresso precisam mobilizar-se, portanto, para prover a devida responsabilização no âmbito do Legislativo de seus pares antidemocráticos – sem prejuízo, por óbvio, da responsabilização jurídico-penal, a ser feita pelo Judiciário. No caso, o Legislativo dispõe de todos os meios para identificar e responsabilizar os seus membros que incentivaram, apoiaram e colaboraram com o movimento golpista. Não cabe tolerância com quem agride a democracia e emporcalha a história do Congresso.
É mais que hora de dar plena efetividade aos Conselhos de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara e do Senado. Não são – não podem ser – órgãos de fachada, pois suas muitas omissões ao longo das décadas vêm cobrando alto preço do País e do próprio Congresso. O caso mais eloquente é do próprio Jair Bolsonaro, cujo comportamento como deputado federal infringiu por diversas vezes o decoro parlamentar. Mas Bolsonaro não foi o único parlamentar que, em vez de receber a devida punição, foi agraciado por seus pares com a impunidade.
Não se pode transigir com os fundamentos da República. Fazendo jus às palavras dos presidentes da Câmara e do Senado em defesa da democracia, o Congresso tem agora uma excelente oportunidade de fortalecer sua autoridade perante a sociedade, mostrando que não compactua com ataques de seus membros ao regime democrático e às instituições republicanas. Discursos são importantes, mas pouco valem se não vêm acompanhados das correspondentes ações.
Opinião do Estadão publicada no dia 13/01/2023
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Finalizando
“A política é a arte de captar em proveito próprio a paixão dos outros”
Henry de Montherlant: foi um escritor, ensaísta e romancista francês
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Chega de Corruptos e Corruptores nas esferas pública e privada deste fértil solo e sofrido Brasil brasileiro.
Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP-14/01/2023
