Eleições no Corinthians ocorrerão sob leis que favorecem a atual gestão

Após diversas protelações, o Conselho Deliberativo do Corinthians conseguiu virar o ano sem aprovar mudanças no Estatuto do clube.
A mais significativa delas, que impactaria nas próximas eleições: a votação para Presidente em dois turnos.
Ainda que se decida pela mudança, em 2023, não haverá tempo hábil para fazê-la valer no final do ano, por conta da necessidade de cumprir ‘janela’ estatutária.
Ou seja, o próximo pleito do Timão, se não houver composição de oposicionistas, estará do jeito que o Diabo gosta.
Divergentes divididos, e, aproveitando-se disso, os atuais gestores largando com, aproximadamente, 700 votos de vantagem (diretores, aspones e assessores com carteirinha) num universo de eleitores que não consegue ultrapassar a média de 3,5 mil.
A solução, nesse contexto, é imitar a política nacional, tapar o nariz e aceitar adesões para a criação de uma frente ampla, ainda que não totalmente alinhada, capaz de derrubar notórios bandidos do Parque São Jorge.
