Corinthians, enfim, processa a TAUNSA; dívida cobrada é de R$ 26,7 milhões

Após quase um ano de espera e promessa, recente, de que o calote seria depositado até o final de novembro, sob pressão de conselheiros, a diretoria do Corinthians, enfim, processou a TAUNSA.
A dívida cobrada é de R$ 26.728.857,50.
O processo, protocolado no último dia 05, na 9ª Vara Cível, corre sob segredo de justiça, que, em regra, é utilizado para impedir acesso aos dados das transações.
Noutras ações propostas pelo clube, também de cobranças, o sigilo não foi requerido.
Não se sabe, por exemplo, se o prejuízo pela contratação de Paulinho, com salários a serem honrados pela TAUNSA, está incluído no escopo da peça jurídica.
A Justiça determinou que, em concordando com os valores cobrados, a TAUNSA poderá pagá-los com 30% de entrada e o restante parcelado em seis vezes.
Do contrário, iniciar-se-á a execução com acréscimos de custas judiciais.
Quase todos os patrocínios relevantes – ou anunciados como tal pela diretoria do Corinthians – terminaram em calote e a necessidade de interposição de ações judiciais de cobrança.
Nem sempre os devedores foram encontrados.
A TAUNSA está sendo acionada na Justiça por outros credores e, em todos os casos, os oficiais de justiça não conseguiram encontrar seus proprietários.
