Teta governamental do Flamengo começa a secar

Como era esperado, a ‘teta’ de dinheiro ligado ao Governo, na qual o Flamengo mamou durante o Governo Bolsonaro, começou a secar.
O ‘veio da Havan’, que pagava R$ 6,5 milhões anuais ao clube para expor a marca de sua empresa nos ombros do uniforme, avisou que não renovará o contrato.
Alegou ‘a situação financeira do país’ para o rompimento.
É apenas o início das perdas daqueles que se ligaram, contra o Brasil, ao bolsonarismo.
É provável que o rubronegro consiga repor, com outros interessados, o desfalque financeiro, mas o dano à imagem tende a se acentuar à medida que a história deste triste momento do país for sendo contada.
Outros clubes também foram abandonados pela Havan: Athlético/PR, Brusque e Cascavel.
