Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
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“Agradecer o bem que recebemos é retribuir um pouco do bem que nos foi feito”
Augusto Branco: Poeta e escritor brasileiro
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Árbitras do futebol mundial

Principalmente as brasileiras, deveriam prestar tributo para Asaléa de Campos Fornero Medina conhecida “Léa Campos” por ter lutado e exercer a atividade depois de completar o curso da Federação Mineira de Futebol, diploma referendado no ano 1971.
Reconhecida
Primeira arbitra do futebol mundial no ano 1972 pelo ex-árbitro e presidente da FIFA Stanley Ford Rous quando da sua estada no Brasil.
Realço
Ao combater e vencer a descriminação Léa Campos abriu caminho para suas sucessoras galgarem grau internacional.
Durante
O transcorrer da Copa 2022, pela primeira vez veremos a atuação das árbitras: Stephanie Frappart, da França, Salima Mukansanga, de Ruanda, e Yoshimi Yamashita, do Japão.
Quanto
Das assistentes: Neuza Ines Back, do Brasil (foto acima), Karen Díaz Medina, mexicana e a norte-americana Kathryn Nesbitt.
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Reitero
Solicitação aos associados e não associados do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo – SAFESP; dentre estes: ex-presidentes, extensivos aos que exerceram anos e anos a saudosa atividade nos campos do futebol profissional e amador para que unam-se objetivando o reerguer da outrora e saudosa entidade no hoje literalmente abandonada pelo juris171consulto, diretoria e aqueles que neles votaram.
Não esqueçamos
Errar é próprio do ser humano, persistir: É demonstração de conivência e desrespeito para conosco e consortes do presente e do passado.
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38ª e última Rodada da Série A do Brasileirão 2022, antecipadamente, sagrando-se vencedora a: Sociedade Esportiva Palmeiras
Sábado12/11/
Flamengo 1 x 2 Avaí
Árbitro: Edina Alves Batista (FIFA-SP)
VAR
Igor Junio Benevenuto de Oliveira (FIFA-MG)
Item Técnico
Correta participação da assistente 02: Fabrini Bevilaqua Costa (FIFA-SP) no instante em que sinalizou posição de impedimento do flamenguista Gabigol ao mandar a redonda profundo da rede.
VAR
Demorou 4 a 5 minutos traçando linhas num cansativo esperar para confirmar o óbvio
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para defensor do Avaí
Domingo 13/11
Corinthians 0 x 1 Atlético-MG
Árbitro: Braulio da Silva Machado (FIFA-SC)
VAR
Rafael Traci (FIFA-SC)
Item Técnico
Acertou ao determinar a marca da cal no instante em que o corintiano Fausto Vera com braço esquerdo esticado impede a trajetória da bola oriunda de cruzamento do oponente Nacho Fernandes
Penalidade
Batida por Vargas decretando a vitória atleticana
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 03 para corintianos e 06 para atleticanos
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Copa do Mundo 2022 no CATAR (país árabe regido por monarquia absoluta carregado de descriminação sorteado pela FIFA por ter injetado milhões de dinheiro nono bolso dos seus membros) terá início no domingo 20/11 as 12hs00, jogo Catar x Equador, seguidos até dia 18/12com cerimônia de encerramento as 10h00, contenda final 12h00
Na fase classificatória o Brasil disputara três contendas
1ª – Dia 24/11 as 16h00: Brasil x Servia
2ª – Dia 28/11 as 13h00: Brasil x Suíça
3ª – Dia 02/12 as 16h00: Brasil x Camarões
Obtendo classificação Brasil segue em frente, não classificando: pega o avião e adeus
Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.
Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita
*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.
Política
Educação contra a barbárie

Episódios de intolerância de alunos em escolas particulares não podem ser enfrentados apenas com repressão; é preciso aprimorar capacidade de argumentação dos jovens estudantes
A polarização política que divide famílias, amigos e vizinhos está presente também nas escolas. Como noticiou o Estadão, colégios particulares em diferentes cidades do País registraram episódios de intolerância e violência após a eleição presidencial, com estudantes protagonizando ofensas e agressões. Tal realidade, reflexo do clima de beligerância ideológica que tanto mal faz à sociedade brasileira, exige ação imediata por parte de professores e educadores. Não para evitar discussões políticas, fingir que não há divergências nem silenciar vozes. Mais que nunca, é papel das escolas aprofundar os debates, problematizar as diferentes visões de mundo e contribuir para que os alunos aprimorem a sua capacidade de argumentação e diálogo.
A escola é, por excelência, o espaço onde os alunos ampliam seus horizontes, ao entrar em contato com crianças e adultos fora do círculo familiar. A vida escolar prepara os indivíduos para conviver na sociedade. Ora, as manifestações de intolerância nos dias seguintes à eleição presidencial vão na contramão de tudo o que vem a ser o papel da escola. Ainda mais em uma sociedade democrática, cuja característica, ao contrário das ditaduras, é justamente possuir mecanismos que permitam superar divergências com mais, e não menos, debate.
Em sua missão de formar cidadãos, as escolas têm um inadiável desafio pela frente, que exigirá ações coordenadas, na medida em que será preciso garantir respaldo e formação adequada aos professores, bem como atenção às famílias, para que entendam exatamente quais são os objetivos da escola. Na sala de aula, um caminho possível é convidar os alunos a questionar os argumentos uns dos outros, inclusive buscando informações para enriquecer críticas e a compreensão dos assuntos. A premissa, claro, é que as discussões se deem em tom civilizado e com absoluto respeito.
Entrevistada pelo Estadão, a professora Telma Vinha, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), lamentou a falta de iniciativas para preparar os estudantes brasileiros para a vida democrática. “A escola particular, com medo de perder alunos, tornou-se apolítica e colocou essas questões para debaixo do tapete. Não dá para se preocupar só com português e matemática”, disse ela. De fato, a educação vai muito além das disciplinas tradicionais. Países como Bélgica, França ou Finlândia, por exemplo, reservam espaço em seus currículos para atividades que fomentam, nos jovens, maior apreço por tolerância, equidade e autonomia. Um dos focos é a participação dos estudantes em redes sociais e sua capacidade de identificar fake news, verdadeiros vetores de intolerância e violência extremista.
A reportagem do Estadão relatou casos como o de uma mãe que, assustada, orientou a filha de 8 anos a não falar de política na escola, depois que a menina se envolveu em discussões a respeito dos candidatos a presidente da República. Em outra escola, alunos de 11 anos gritaram que os pais de quem votou em determinado candidato “morreriam a pauladas”. Para o diretor de Políticas e Direitos do Instituto Alana, Pedro Hartung, as escolas devem usar materiais e abordagens adequados a cada faixa etária. “Sou contra a ideia de que política, futebol e religião não se discutem. Política se discute, sim, e desde cedo”, disse ele.
É lamentável, para dizer o mínimo, que crianças e adolescentes tenham sido contaminados pela polarização política que tomou conta do Brasil. Por outro lado, no entanto, difícil seria imaginar que alguém pudesse ficar imune à escalada extremista e ao acirramento do debate público nos últimos anos. Não é de estranhar, portanto, que o problema se manifeste dentro das escolas. Diferentemente de muitos outros ambientes, porém, as escolas têm condições de solucionar conflitos e de ajudar o País a reduzir os estragos da polarização. O caminho é preparar os alunos para debater mais e melhor, enfrentando o contraditório de maneira civilizada. Enfim, apostar no diálogo – como deve ser em uma democracia.
Editorial do Estadão publicado no dia 15/11/2022
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Finalizando
“Sempre que qualquer forma de governo se torna destrutiva para a vida, para a liberdade e para a busca da felicidade, as pessoas têm o direito de alterá-lo ou aboli-lo”
Thomas Jefferson: foi o terceiro presidente e o principal autor da declaração de independência dos Estados Unidos
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Chega de Corruptos e Corruptores
Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP-19/11/2022
