Ação milionária contra estrelas mundiais serve de alerta para divulgadores de criptomoedas

Dias atrás, a segunda maior corretora de criptomoedas do mundo entrou em colapso e deixou suas vítimas sem dinheiro nem esperança de reaver, em alguns casos, verdadeiras fortunas.
A primeira colocada, ano passado, se viu acusada por fraudes diversas.
Aqui no Brasil, a líder de mercado, além das duas citadas, apesar de mal das pernas, segue cooptando novos clientes.
Nos EUA, Edwin Garrison, um dos que perderam grandes somas em bitcoin, abriu guerra contra as celebridades que, ao aceitarem propagandear as empresas, induziram-no a cair nos golpes.
O prejuízo dele e dos demais investidores com a FTX, a segunda colocada, é de impressionantes R$ 59,4 bilhões.
Entre os processados pelo investidor está a modelo brasileira Gisele Bündchen, seu ex-marido Tom Brady, além de ex-atletas de basquete como Stephen Curry e Shaquille O’Neal, o time inteiro do Golden State Warriors, da NBA, a tenista Naomi Osaka e Larry David, um dos criadores da série “Seinfeld”.
Os clubes de futebol do Brasil, além de alguns famosos – incluindo, miseravelmente, jornalistas – têm sobrevivido do dinheiro suspeito das empresas de criptomoedas e também dos sites de apostas esportivas.
A bolha, que já estourou no exterior, em breve deixará marcas por aqui, punindo a irresponsabilidade de cartolas e a ganância dos demais.
Não foi falta de aviso, seja da mídia ou do próprio mercado, que demonstra, diariamente, a volatidade suspeita destes ativos.
