Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“A dignidade pessoal e a honra não podem ser protegidas por outros, devem ser zeladas pelo indivíduo em particular”

Mahatma Gandhi: foi um líder pacifista indiano e principal personalidade da independência da Índia, então colônia britânica

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Cofre da ANAF

Através deste espaço por algumas vezes indaguei sobre a dinheirama mensal depositada pela CBF, até o presente nada de resposta.

Lembrando que no último congresso da ANAF findado sábado 06/08/22, no discurso do milionário Salmo Valentim recém reeleito presidente, posse marcada para o dia 02 de novembro 2022 (duração de 4 anos), que depois de aceitar a escravidão na militância da arbitragem da federação pernambucana e CBF, expressou enfaticamente o fim da escravidão dos liderados.

Ressaltando

De acordo com dossiê, Salmo Valentim é sindicalista profissional; certamente: sua abastança é oriunda de herança e excessivo trabalho desempenhado nas entidades que presidiu e preside. Né não?

Nobríssimo sindicalista

A CBF depositava mensalmente R$ 30 mil na conta bancaria da ANAF, tirando excessivo 5mil/mês, restaram 25mil por mês; sendo assim: no computo de 12meses x 25mil totalizam-se 300mil. Cadê a dinheirama?

Concluo

Quero saudá-lo por desapego de tirar regalias da batalha em prol dos árbitros profissionais, pelo assumir das despesas referente congresso ANAF, do empréstimo de 400mil, acrescidos do pagamento despendidos na inauguração de FENAF por ti presidida, tendo na vice o nefasto destruidor do SAFESP e opositores, num claro demonstrar da oculta hipocrisia existente nos bastidores da arbitragem do futebol.

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33ª Rodada da Série A do Brasileirão 2022

Sábado 22/10

Santos 0 x 1 Corinthians

Árbitro; Flavio Rodrigues de Souza (FIFA-SP)

VAR

Thiago Duarte Peixoto (SP)

Item Técnico

Com raras falhas.  Adequado no determinar segue o jogo nas disputas que envolveram contatos físicos não hostis as leis do jogo

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para santistas e 04 para corintianos

1º – Vermelho: Corretíssimo! Depois do segundo para o atacante corintiano Yuri Alberto no instante olhou e desferiu maldosa braçada no opositor Luiz Felipe.

Nota 

Yuri Alberto contou com a benevolência do julgador ao receber o primeiro amarelo no lugar do vermelho no instante que cometeu falta no oponente Rodrigo Fernandes.

2º – Errou por ter advertido Lucas Barbosa defensor santista com segundo amarelo seguido de vermelho no lance que ele não tocou no goleiro corintiano.

Domingo 24/10 

Fluminense 2 x 2 Botafogo

Árbitro: Ramon Abatti Abel (SC)

VAR

Daiane Caroline Muniz dos Santos (FIFA-SP)

Item Técnico

1º – Acerto na marcação da posição de impedimento do botafoguense Tiquinho no lance findado com a bola no fundo da rede do tricolor das laranjeiras.

2º – Correto ao determinar penalidade máxima cometida pelo botafoguense Patrick de Paula no oponente Matheus Martins.

Penalidade

Batida convertida no primeiro gol da estrela solitária depois da redonda ser tocada por Ganso.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para tricolores e 02 para estrelas solitárias

Observação

Na parte disciplinar Ramon Abatti Abel se fez de migue nas vezes que foi acintosamente contestado.

34ª Rodada – Terça Feira 25/10

Flamengo 3 x 2 Santos

Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO)

VAR

Adriano Milczvski (PR)

Item Técnico

No minuto final dos acréscimos da primeira etapa placar apontando 0x0, ocorreu ataque santista, redonda dentro da área flamenguista, assoprador do apito colocado de frente, com visão total do fato, na maior cara de pau deixou passar batida a penalidade cometida por Martheuzinho no oponente Camacho, fator que:

Proporcionou

Contra-ataque e cruzamento do Matheuzinho pro consorte Pedro mandá-la pro fundo da rede. De imediato defensores santistas contestando a não marcação da penalidade, ouviram do boto-branco: aguardemos o VAR.

Linhas

Gráfica daqui, de lá, cores variadas, finalmente, os capacitados interpretadores das leis do futebol representados por Adriano Milczvski, demonstrando estarem no mesmo nível, informam: não aconteceu infração dentro da área rubro-negra.

Conclusão

Durante a segunda etapa ocorreram dois lances reclamados pênaltis dentro da área santista envolvendo o flamenguista Cebolinha: um com oponente Eduardo; outro: com o goleiro João Paulo. Confesso que fiquei em dúvida do lance Cebolinha x Eduardo.

No Todo

Péssimo trabalho do assoprador e VAR

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para rubro-negros e 04 para alvinegros

Quarta Feira 26/10

Corinthians 0 x 2 Fluminense

Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)

VAR

Wagner Reway (PB)

Item Técnico

Representantes das leis do jogo desenvolveram trabalho aceitável

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para tricolores das laranjeiras e 02 para alvinegros

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Coluna em vídeo

A versão em vídeo da coluna, por conta de compromissos do Blog do Paulinho nas eleições 2022, não será gravada neste final de semana, retornando, como habitualmente, no próximo sábado.


Política

Intimidação inaceitável

Como esperado, Bolsonaro tumultua a reta final e tenta usar as Forças Armadas para intimidar a Nação

A eleição ainda não ocorreu. O presidente Jair Bolsonaro, assim como o seu adversário, têm chances de vencer o pleito. Nada está definido até que o resultado seja anunciado na noite de domingo. No entanto, Bolsonaro tem agido nos últimos dias como se já tivesse sido derrotado pelo petista Lula da Silva. E pior: o presidente se comporta indignamente como um mau perdedor, chegando a usar as Forças Armadas para intimidar a Nação caso, de fato, não venha a ser reeleito.

Com o claro propósito de bagunçar a eleição, Bolsonaro denunciou a existência de um “complô” entre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e um punhado de emissoras de rádio na Região Nordeste, que não teriam veiculado inserções publicitárias de sua campanha nas quantidades e nos horários previstos, o que teria desequilibrado a disputa pela Presidência em seu desfavor.

Ora, a acusação de Bolsonaro não tem o menor cabimento – ao menos não para quem não lhe devota paixão a tal ponto fervorosa que chega a obnubilar a compreensão da realidade.

Em primeiro lugar, não é papel do TSE fiscalizar a veiculação das inserções de rádio; é, antes, dever das campanhas enviar as gravações às emissoras no tempo determinado. Usar o TSE nessa teoria conspiratória é só mais uma tentativa de jogar uma parcela da sociedade contra a instituição incumbida pela Constituição de proclamar o resultado das eleições.

Em segundo lugar, os arquivos que Bolsonaro chama de “provas” desse suposto ardil nem sequer “poderiam ser chamados de ‘prova’ ou ‘auditoria’”, de acordo com o presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, ao arquivar a ação.

A reação do presidente à decisão do TSE, embora previsível, não poderia ter sido mais reveladora de seu espírito golpista e antirrepublicano. Bolsonaro suspendeu atos de campanha em Minas Gerais e convocou uma “reunião de emergência” no Palácio da Alvorada com aliados políticos e, pasme o leitor, com os comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. Ora, o que assuntos relativos à campanha eleitoral têm a ver com as Forças Armadas? A pergunta é retórica.

É óbvio que Bolsonaro só chamou os comandantes das três Forças ao Alvorada para ameaçar a Nação, deixando no ar a ideia de que a intentona que decerto povoa seus delírios de poder em caso de derrota nas urnas contaria com o apoio dos militares. Ora, os chefes militares foram à reunião porque foram convocados pelo comandante supremo das Forças Armadas, e não porque estejam alinhados ao golpismo de Bolsonaro.

A tentativa de tumultuar a realização da eleição – e, consequentemente, afrontar a ordem constitucional – é um crime eleitoral e assim deve ser tratada pelo Ministério Público Eleitoral e pelo TSE.

Há tempos que Bolsonaro tem investido contra as instituições democráticas. Chegou até a dizer que não haveria eleição neste ano caso o voto impresso não fosse adotado no País. São desculpas para um governo ruim. Fosse chefe de um bom governo, Bolsonaro decerto estaria à frente nas pesquisas de intenção de voto e, muito provavelmente, já poderia se considerar reeleito.

Mas, à falta de realizações positivas para mostrar aos eleitores, sobram agressões e ameaças. O País não se intimidará.

Publicado dia 28/10/2022 no sítio Notas & Informações do Estadão

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Finalizando

“O meu ideal político é a democracia, para que todo o homem seja respeitado como indivíduo e nenhum venerado

Albert Einstein: foi um físico e matemático alemão

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-29/10/2022

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