Cartolagem da CBF roubava no peso da bola para, provavelmente, embolsar o frete

Del Nero, Ednaldo Rodrigues Gomes e Marin

Auditoria realizada no setor de compras da CBF, exposta em reportagem de Alex Sabino, na FOLHA, demonstra que não havia limites para o ilícito nas negociações da entidade.

Descobriu-se que, pare embolsar parte do dinheiro dos fretes, e, provavelmente, dividir a quantia com terceiros, a empresa responsável pelos envios aumentava o peso das bolas de futebol enviadas às Federações, clubes, etc.

O nome citado na matéria, como contratante da Casa Bandida, é o de Fernando França, soldado fiel de Marco Polo Del Nero.

A contratada, Target Express Serviços e Cargas Eirelli, estava em nome de um sócio de França.

As operações seguiram ativas mesmo após a queda deles, sob gestão da ‘nova’ diretoria.

Não há CPI – e foram várias ao logo dos anos – que conseguirá resolver o problema da CBF enquanto a entidade estiver coligada, nesses termos, com gente graúda do Ministério Público e também do judiciário.

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