São Paulo e o endividamento sem causa

O São Paulo tomou onze empréstimos bancários em 2022, que, somados, totalizam R$ 35 milhões.
Fala-se, no clube, que os valores poderão ultrapassar, ainda este ano, os R$ 100 milhões.
Se o procedimento seria, naturalmente, ruim para as finanças, por conta da cobrança de juros, torna-se ainda pior quando seguido de uma política de calotes e novos pedidos de socorro ao mercado financeiro.
Como garantia de pagamento é cedida a inviabilidade operacional do clube: desde direitos de atletas até as mensalidades associativas.
O resultado?
Endividamento sem causa, amparado em insucesso esportivo, administrativo e financeiro.
Se dão bem apenas os cartolas, todos com as contas pessoais em dia, e alguns conselheiros, que circulam ao redor recolhendo as migalhas.
