Leila Pereira facilita a vida de advogado acusado de embolsar dinheiro do Palmeiras

Em 2010, o Palmeiras ganhou R$ 1,2 milhão em ação judicial promovida contra o Governo Federal, que foram depositados na conta de Pedro Renzo, advogado do escritório pertencente ao conselheiro alviverde Antonio Corcione.
A Justificativa é a de que o clube enfrentava penhoras por conta de problemas diversos e poderia, em tese, ter o montante subtraído para pagamento doutras obrigações.
Renzo, que levou o dinheiro até o clube, mantém em seu poder recibo assinado pelo funcionário alviverde.
Daí por diante, só mistério.
O dinheiro não foi contabilizado nos caixas palestrinos e ninguém sabe onde procurar.
Três anos depois, Renzo ingressou com ação contra o Palmeiras na tentativa de justificar a estranha movimentação financeira.
O resultado final foi empate.
Ninguém provou nada de lado algum e Renzo, como proponente, foi condenado a arcar com as custas processuais.
A execução estava em trâmite há quase dez anos, quando Leila Pereira, presidente do Palmeiras, decidiu facilitar a solução.
Pedro Renzo aceitou pagar R$ 18 mil, de uma pendência de R$ 27 mil, em suaves parcelas, sem juros, de R$ 1 mil cada.
Moleza que Madame não costuma conceder quando no comando de sua empresa principal, a Crefisa, que costuma, por vezes, cobrar 23% ao mês de gente que nunca foi acusada de surrupiar patrimônio alheio.
