Muricy, Ceni e a diretoria do São Paulo

O áudio vazado em que Muricy Ramalho detona a diretoria do clube, pelo menos no que diz respeito à administração do departamento de futebol, e deixa claro que o treinador Rogério Ceni comunga da mesma opinião, é esclarecedor.
A desconfiar, apenas, da origem do vazamento, se consentido ou não.
Seja qual for o comportamento, a entrevista posterior de Muricy dizendo que estava tudo certo e que a dupla permanecerá no clube é insuficiente para colar os cacos do cristal espatifado.
No São Paulo, em 2022, só haverá espaço para um dos grupos: o que ocupa cargos diretivos ou os ídolos que trabalham no futebol.
Qualquer coisa diferente disso será perda de tempo pela evidente quebra de confiança.
A vantagem é do lado menos qualificado, porque, eleitos, só poderiam sair por impeachment, que precisaria ser apreciado pela vaidade e interesses de conselheiros paralelamente citados por Muricy na condição de estorvos para evolução do clube.
