Landim é reeleito em meio a novo escândalo rubronegro

Com esmagadora maioria de votos, Rodolfo Landim, que no primeiro pleito afirmou sua contrariedade à reeleição, seguirá presidente do Flamengo pelos próximos três anos, para infelicidade da agremiação.
Poucos mandatários sujaram tanto a imagem de um clube quanto o ex-funcionário de Eike Batista.
Ontem, por exemplo, surgiu mais um escândalo fruto da inadequada aproximação com o desgoverno Bolsonaro.
R$ 3,7 milhões de um Fundo emergencial, vinculado ao Ministério do Turismo, criado para impedir recuperações judiciais e falências durante a pandemia, foram repassados para a construção de um Museu do Flamengo.
Escárnio que juntou-se a outro pagamento, desta vez de R$ 500 milhões ao BRB – patrocinador da equipe de futebol rubronegra.
Vale lembrar que Landim, antes de conhecer os rios de dinheiro do bolsonarismo, apresentava-se como apoiador de Dilma Rousseff, a quem seu novo líder desrespeitou ao homenagear um serviçal da ditadura quando da votação do impeachment da ex-presidente.
