Corinthians desiste de recurso e facilita a vida de Fernando Garcia

Fernando Garcia, Paulo Garcia e Andres Sanches

Em 2020, a B2F, espécie de empresa satélite da ELENKO, do agente Fernando Garcia, irmão de Paulo Garcia, dono da Kalunga, ingressou com ação de cobrança contra o Corinthians, procedimento contumaz e, aparentemente, combinado com os próprios gestores do clube.

Em consequência, a dívida, que era de R$ 1,2 milhão, passou a ser de R$ 1,6 milhão (descontado R$ 1,5 milhão pagos, previamente).

Tratava-se de comissionamento pela venda de Maycon ao exterior.

Por decisão da 1ª Vara Civil, todos os recebíveis futuros do clube, além de suas contas bancárias, foram bloqueados para garantir a quitação da despesa.

Ato contínuo, patrocinadores e fornecedores, intimados, passaram a depositar em juízo as parcelas devidas ao Timão, que, em primeiro momento, recorreu para liberar as constrições.

Agora, não mais.

No recente 25 de outubro, nova petição, protocolada em conjunto pela partes, informou acordo amigável para acelerar o repasse dos valores em juízo para o grupo de Fernando Garcia.

O entendimento foi homologado pela Justiça.

Diferentemente da Kalunga, que há mais de dois anos não consegue comprovar viabilidade financeira e comercial para abrir capital na bolsa de valores, seguem promissores os negócios da ELENKO – principalmente os realizados em parceria com o Corinthians, a ponto de motivarem quase uma dezena de processos contra a agremiação e manterem, ainda assim, as portas abertas para entendimentos.

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