Flamengo, Vasco e o ‘véio’ da Havan

Após indícios de que o estapafúrdio Luciano Hang teria concordado em inserir a própria mãe num estudo experimental a base de cloroquina – que resultou na morte da genitora, além de trabalhado para a falsificação do atestado de óbito, a CPI do Genocídio irá ouvi-lo e, provavelmente, indiciá-lo.

Ontem, o Jornal Nacional, da Rede Globo, revelou documentos que indicam, além disso, o financiamento do empresário a notório produtor de ‘fake-news’.

É a esse tipo de gente que Flamengo e Vasco, rivais dentro de campo, se uniram para, veladamente, defender.

O rubronegro, no mesmo dia da convocação da CPI, publicou, em seu twitter, peça publicitária juntando a marca do clube com a da Havan, tratada como ‘a empresa da liberdade’.

Enquanto isso, o presidente vascaíno, Jorge Salgado, posava abraçado com Hang nas mídias sociais.

Triste retrato de clubes que já deram exemplos melhores a seus torcedores.

A história há de cobrar.

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