O apoio da esposa de Rogério Caboclo

Esposa de Rogério Caboclo, Queila Girelli, apesar das denúncias, gravíssimas, de assédio sexual que cercam seu marido, tem trabalhado, nos bastidores, para ajuda-lo.
Entre seus afazeres está o de convidar cartolas à casa do dirigente, para que as devidas articulações políticas sejam negociadas.
Nesses encontros, enquanto os homens confabulam, Queila tratar de entreter as esposas.
O presidente da Federação Paulista teria sido um dos visitantes.
Hoje, a FOLHA expôs mensagem, enviada pela esposa de Caboclo ao grupo de whatsapp ‘Damas da Bola, formado pelas companheiras da cartolagem.
Além do texto submisso, observa-se a utilização da palavra ‘injustiça’, mesmo diante de provas robustas, como a gravação divulgada pelas principais mídias do país.
Ainda que o assédio não estivesse configurado – e, tudo indica, está – o simples teor do que foi falado por Caboclo à sua acusadora é tão repugnante que gera desconfiança a inexistência deste sentimento a quem, em tese, teria sido traída por ele.
O que estaria, então, motivando defesa tão veemente?
Dezessete anos de casamento?
Seria o primeiro comportamento inadequado de Caboclo neste período?
Existem síndromes muito semelhantes a de Estocolmo em relações de casais, muitas delas inibidoras de ações presumíveis em situações como a apresentada.
Nesse submundo da cartolagem, em que tudo é possível, não seria estranho se a Sra. Girelli estivesse fazendo exatamente o contrário do que desejaria, sabe-se lá por quais medos, desejos ou aflições.
Recentemente, o Governador de São Paulo, João Agripino Dória, teve vídeo vazado em que era apontado como personagem de uma pequena traquinagem sexual; horas depois, ao lado da esposa – com ar nitidamente desconfortável -, utilizou-a como escudo para defender-se.
Parece ser o caso.
Caboclo demonstrou bem, seja em reuniões vazadas com cartolas, no áudio da perversidade com a funcionária e nos depoimentos de funcionários que o acusam, do que seria capaz para manter poder, dinheiro e demais benesses do futebol.

