Palmeiras é refém, não parceiro

O que leva um clube do tamanho do Palmeiras a inserir no contrato de um treinador, até então, com currículo inexpressivo, uma multa contratual de R$ 15 milhões?
Trata-se de procedimento mais estranho do que o interesse, em si, pelo profissional, claramente desnivelado com a história palestrina.
Talvez a proximidade com quem lhe empresta, gratuitamente, um jatinho para ir e voltar de Portugal, possa explicar não apenas os fatos descritos como a ousadia em cobrar o preposto que se diz Presidente publicamente.
O Palmeiras é refém e se acha parceiro.
Para desespero do torcedor, dias piores, ao que parece, estão por vir.
