Desavença de Sheik com Mauro ‘Van Basten’ é comercial

No último final de semana, Emerson Sheik, ídolo do Corinthians, detonou o intermediário Mauro ‘Van Basten’, há anos tratado como ‘olheiro’ do departamento profissional de futebol alvinegro, embora, de fato, tenha funções bem menos enobrecedoras.
“O Mauro é um nome que tem que sair. Ainda não entendi a função dele ali no Corinthians. ‘Ah, mas ele é legal, ele é amigo’. Mas quer amigo, vai para o parque, vai para a balada. Ali é lugar de trabalho, não vejo o Mauro, há muitos anos, agregando ao crescimento do Corinthians”
“Por exemplo, saiu um funcionário do Corinthians que ocupa o mesmo lugar do Mauro, e esse profissional quase todos os meninos que subiram da base para o profissional foram captados por ele. Ele vai sair, eu tenho certeza absoluta disso, e ele ocupa a mesma função do Mauro. E minha pergunta é: o que ele está fazendo lá? Ele não assume (como técnico). Quando precisa de um interino, ele não assume, nunca assumiu”.
Apesar de falar, neste caso, a verdade, Sheik insinua, mas esconde que Van Basten é mantido no posto porque serve aos interesses, comerciais e bancários, de Andres Sanches.
Duílio ‘do Bingo’, beneficiário indireto desta relação, seguirá tocando a nota que o Maestro mandar.
A desavença de Sheik com Mauro, ambos com ótimo relacionamento com a cartolagem do Timão, é meramente comercial, desentendimento por busca de espaço no Parque São Jorge.
Mais antigo de casa e com serviços – fora de campo – sempre bem prestados, Van Basten prevaleceu na queda de braço.
Emerson Sheik, que na verdade se chama ‘Marcio Passos de Albuquerque’, sócio de Sanches no ‘Paris 6’, e noutras ‘oportunidades’ – das quais Mauro sequer foi cotado, além de milionário após utilizar identidade falsa na Seleção do Catar e quase elimina-la das Eliminatórias da Copa do Mundo, deveria se dar por satisfeito.


Sheik e Duílio do Bingo na balada
