CBF e Xavi: incompetência ou maldade?

O jornal ‘AS’, da Espanha, garante que o ex-jogador Xavi, que brilhou ao lado de Messi, no Barcelona, foi convidado pela CBF para ser auxiliar de Tite e, depois da Copa de 2022, assumir, de fato, o comando técnico da Seleção Brasileira.
A proposta foi rechaçada pelo espanhol.
Difícil saber se a Casa Bandida agiu, neste episódio, com excesso de incompetência ou, talvez, um pouco de maldade.
Há tempos se fala em dar oportunidade a um treinador estrangeiro na equipe nacional, comprovadamente mais qualificados que os brasileiros.
Porém, diante da grandeza do desafio, espera-se que, quando isso ocorrer, o escolhido seja alguém consagrado no meio esportivo, não um iniciante, como é o caso de Xavi.
Trazê-lo, neste momento, é um tiro no escuro, ou, talvez, levando para a lado da ‘ardilosidade’, uma maneira de queimar a ideia de estrangeiro no selecionado nacional, jogando o espanhol para um período, pós-copa, marcado pela renovação de elenco e a consequente instabilidade de resultados.
Com o dinheiro que a CBF arrecada e o lucro, anualmente, em crescimento, não se espera nada menos do que Guardiola ou profissionais de patamar semelhante para a empreitada.
