O que acontece com o gramado da Arena de Itaquera?

Ontem, durante o horário da disputa entre Corinthians e Santos André, pelo Paulistinha, o gramado da Arena de Itaquera, ainda na primeira etapa, apresentava-se impraticável.

Repleto de poças d’água, algo que não se verificava em anos anteriores.

Quando da implementação do sistema de drenagem, os seguintes dados foram repassados à imprensa:

“A drenagem tem dois modos de operação, gravitacional e a vácuo”

“O sistema de drenagem a vácuo pode lidar com até 400 mil litros por hora, melhorando os níveis de oxigênio no sistema de enraizamento e o arrefecimento do campo, mesmo durante os jogos”

“Isto é equivalente a 56 milímetros de chuva drenada em uma hora”

A irrigação por aspersão tem controles individuais, controlada por um sistema informatizado”

“O sistema é composto por 48 aspersores, duas vezes o mínimo recomendado pela FIFA”

Segundo a Defesa Civil, choveu 54 milímetros, em toda São Paulo, entre 21h e 23h (20 milímetros na região de Itaquera).

Pouco mais de 100 milímetros, no geral, num período de 24h.

Das duas, uma: a propaganda do sistema de drenagem da Arena era fantasiosa ou a manutenção, ao longo dos tempos, deixou a desejar.

Em 2019, para economizar, o Corinthians colocou grama mais barata, não recomendada pelos construtores, no estadio, atitude que resultou em diversas reclamações, inclusive dos próprios atletas alvinegros.

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2 Comentários

  1. Com certeza é a manunteção que deixou a desejar pois não há desculpas para isso.

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