Carta para português ver

O presidente da Portuguesa, Alexandre Barros, protocolou, em cartório, ‘compromisso público’ prometendo que, em caso de reeleição, o futebol será gerido por uma junta governativa que terá, segundo ele, total independência em relação ao clube associativo.

Deixa a entender, o mandatário, que seu papel será apenas consultivo, e que não interferirá no departamento.

Trata-se, evidentemente, de bravata eleitoral.

A referida carta não possui valor jurídico, se vier a ser contestada, apenas moral, situação em que, convenhamos, o presidente da Lusa não se trata do melhor dos exemplos.

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