Transamérica, Bandeirantes e o jogo do Palmeiras

Há mais de 22 anos, antes da Rede Globo adotar o sistema de transmissão de todas as partidas de futebol dos principais campeonatos do país, principalmente o Brasileiro, o rádio reinava absoluto na cobertura esportiva.
Não faltavam alternativas e os índices de audiência eram muito bons.
Hoje, por conta do desacerto entre Palmeiras e Globo pelos direitos de transmissão, o rádio voltará a ser, se não a única, a melhor alternativa para quem quiser ter informações, ao vivo, do embate contra o CSA.
Tão carentes de bons índices, os chefes da maioria das rádios de São Paulo perderam a oportunidade, e, burramente, resolveram cobrir Corinthians e Chapecoense.
Perderão para a TV, como de hábito, e terão ainda a concorrência de diversos portais de internet.
Apenas duas emissoras entenderam o mercado e enviaram equipes de transmissão ao Nordeste: Transamérica e Bandeirantes.
Uma grande tacada.
Enquanto as demais transmitirão um evento que disponibilizará imagens, pela TV, que sequer precisam de narração para serem entendidas, Transamérica e Bandeirantes, como ocorria no passado, serão a única ligação entre os amantes do futebol e os fatos ocorridos, no exato momento em que eles estiverem acontecendo.
