A simples razão para o COF não aprovar as contas do Palmeiras

“A regra é clara”, diria o aposentado dono de retransmissora da Rede Globo, Arnaldo Cesar Coelho, se informado fosse de que o presidente do Palmeiras está impedido, pelo Estatuto, de tomar mais do que 10% da receita prevista, em empréstimos.

Mauricio Galiotte superou, em muito, esta marca.

Dentro destes empréstimos, estão incluídos R$ 120 milhões da Crefisa, atrelado à receita de alguns jogadores.

Ou seja, além de dever para a patrocinadora, o clube sente-se pressionado – ainda mais se o grupo da madame, nos próximos meses, sofrer revés político no Verdão, a negociar jogadores que, por vezes, gostaria de manter no elenco.

A situação é ainda pior pelo fato dos emprestadores terem objetivos claros dentro do clube: sentar na cadeira presidencial.

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