Plano C: grupo de Andres Sanches estuda composição com ex-aliados

O candidato a presidente do Corinthians pela chapa “Renovação e Transparência” é o deputado federal Andres Sanches, que já está em campanha no Parque São Jorge, ainda que não admita, oficialmente, a pretensão.
Existem, porém, dois quadros que podem retirá-lo da disputa:
- o grupo “Renovação e Transparência” acredita que eleição será polarizada entre Andres Sanches e o líder opositor Roque Citadini; se até próximo do pleito a campanha situacionista não decolar (pesquisas apontam vantagem ao oposicionista), o parlamentar, para evitar desgaste político, abrirá mão da candidatura;
- existem ações criminais que tramitam contra o ex-presidente do Corinthians no STF, em vias de conclusão, e também inquéritos na “Operação Lava-Jato”, que podem, em caso de resultados negativos, tirá-lo da disputa.
O Plano B do grupo gira em torno de dois nomes: André Negão, atual vice-presidente, e Paulo Garcia, dono da Kalunga, que, apesar de apresentar-se como opositor, divide a atual gestão com Roberto Andrade, controlando, ao menos, três departamentos importantes.
Mas fala-se também num “plano C”, descartado, a princípio, por conta de desavenças, mas desde alguns dias, apesar da contrariedade de boa parte do grupo (os denominados “turma do apelido”), pensado como solução por Andres Sanches e Luis Paulo Rosenberg: reaproximar-se do ex-Corinthianos Obsessivos, que agora se nomeiam “Corinthians Grande”, numa composição que colocaria um deles na vice-presidência e teria Fernando Alba na gestão do futebol.
Para tal, existe a necessidade de aparar arestas, aproximar desafetos e desfazer mal entendidos (há no grupo quem não pode escutar falar em Andres), missão esta que seria tocada pelo Dr. Sergio Alvarenga e pelo ex-diretor financeiro Raul Corrêa da Silva, simpáticos à idéia.
