São Paulo tem gestão financeira preocupante

Apesar de, em período eleitoral, o presidente Leco, do São Paulo, divulgar (sem comprovar) que a situação financeira do São Paulo melhorou em sua gestão, os números reais do balanço do clube desmentem a afirmação.
A dívida subiu de R$ 238,5 milhões para R$ 275,7 milhões em 2016.
Destes valores, boa parte por conta de empréstimos, bancários e até com pessoas físicas (sempre suspeitos), que em regra passam a impressão, para que desconhece o procedimento, de inexistente saúde financeira.
O São Paulo deve:
- R$ 88,3 milhões para bancos diversos;
- R$ 78,2 milhões para clubes;
- R$ 33 milhões em empréstimos com pessoas físicas (não há, embora deveria haver, a especificação de quais);
- R$ 83,7 milhões em impostos diversos;
- R$ 7,6 milhões à repor em seu CAIXA.
Se a oposição do São Paulo é marcada pela associação de gente expulsa do clube por corrupção, a situação não é o grupo dos sonhos, demonstrando que os caminhos tricolores, sejam quais forem os próximos gestores, tendem a continuar tortuosos.
